segunda-feira, 27 de março de 2017

QUAL A MOURA QUE QUEREMOS? - Nº 7

Qual a Moura que queremos, volto a perguntar?

Foi uma obra complicada e longa, a da renovação do Matadouro. A segunda fase terá de avançar no próximo mandato autárquico.

A pergunta que lancei há algum tempo, e que repito constantemente, foi: que Moura queremos? estamos dispostos a investir tempo e dinheiro numa outra imagem de cidade? Repito o que há semanas escrevi algures: governar implica determinação, a procura de soluções e coragem. Não se anda ao sabor das marés nem ao jeito do vento que sopra. O tempo dirá quem tem razão. E o tempo, também, separará o trigo do joio. O que se tem tentado fazer implica conhecimento e não apenas opiniões. É tão simples quanto isso.

Este processo foi tudo menos fácil. Por muitas razões. Em 2015 resolvemos avançar com uma primeira exposição, como forma de começar a dar vida aquele espaço. Aposta ganha. Houve exposição (Água - património de Moura), houve duas sessões do Fórum 21, houve três exposições temporárias, houve recentemente uma reunião de câmara. Há vontade e há conhecimento.

A intervenção museológica no Matadouro recebeu duas importantes distinções:

Prémio na categoria Melhor exposição (menção honrosa), atribuído pela Associação Portuguesa de Museologia
Prémio Mais Património, da revista "Mais Alentejo"

Custo da intervenção no Matadouro (espaços exteriores e edifício - 1.537.284,54 €
Financiamento FEDER - 1.095.849,36  (73,24 %)
Financiamento Câmara Municipal de Moura - 411.435,18  (26,76 %)

Esta zona estava melhor assim?


Ou será que ficou melhor assim:


Com diploma e tudo (arqueologia e museus LOL):

Sem comentários: