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sábado, 29 de agosto de 2020

PORFÍRIO PARDAL MONTEIRO, NA RUA PRIOR DO CRATO

Retomo a Volta a Portugal. Quarta paragem do primeiro dia: Rua do Prior do Crato. Com um nome grande da arquitetura portuguesa no século XX. Porfírio Pardal Monteiro começou a trabalhar, ainda muito jovem, na Caixa Geral de Depósitos. Desenhou quatro edifícios, que conheceram diferentes destinos:

Beja - é hoje uma capela da Igreja de Santa Maria.

Setúbal - demolido.

Alcântara - mantém-se em funções, muito modificado, mas com muitos traços originais, também.

Porto - mantém-se em funções.


quinta-feira, 13 de agosto de 2020

DUARTE DARMAS - O SITE E OS APOIOS


Aos poucos, o projeto (promovido pela MULTICULTI, e do qual sou autor) toma forma. O site agora tem o formato definido, com as cinco secções que o compõem. Dos 20 castelos, estão registados 13 (até final do mês de agosto essa tarefa estará terminada).

Para já, está aberta a secção onde se reproduzem as imagens desses 20 castelos, segundo foram vistas por Duarte Darmas, há cerca de 500 anos. Quais são os sítios abrangidos?

Alandroal
Alpalhão (Nisa)
Arronches
Assumar (Monforte)
Campo Maior
Castelo de Vide
Elvas
Juromenha (Alandroal)
Mértola
Monforte
Monsaraz (Reguengos de Monsaraz)
Montalvão (Nisa)
Moura
Mourão
Nisa
Noudar (Barrancos)
Olivença
Ouguela (Campo Maior)
Serpa
Terena (Alandroal)

O site tem também uma secção consagrada aos apoios. Ou seja, às entidades que tornaram possível este projeto e a quem é devido reconhecimento e agradecimento:

Apoios financeiros
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo
Caixa Geral de Depósitos
Turismo de Portugal
Direção Regional de Cultura do Alentejo
Continente
Cafés Delta
Câmara Municipal de Barrancos
Câmara Municipal de Campo Maior
Câmara Municipal de Castelo de Vide
Câmara Municipal de Elvas
Câmara Municipal de Mértola
Câmara Municipal de Mourão
Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz
Câmara Municipal de Serpa

Parcerias institucionais
Arquivo Nacional da Torre do Tombo / DGLAB
Turismo do Alentejo / ERT
Resialentejo
  

quinta-feira, 30 de julho de 2020

ÁGUA - PATRIMÓNIO DE MOURA: A REABERTURA DO MATADOURO

Faz hoje 5 anos que abriu ao público a exposição Água - património de Moura. Foi um dos raros momentos em que, durante aquele mandato autárquico, meti as mãos na massa e dirigi diretamente um projeto na minha área de trabalho. Isso aconteceu por razões que não vêm agora ao caso.

Do ponto de vista conceptual, creio que muitos museus locais têm muito a ganhar com abordagens "não-diacrónicas" das coleções ou do património local. Embora possa e deva haver sempre documentação disponível sobre a história do sítio e do território. Mas isso é tema que dava pano para mangas.

Durante dois anos, Água - património de Moura esteve patente ao público. Houve outras exposições temporárias que se lhe associaram, houve debates e conferências, o local foi visitado por colegas autarcas de Portugal, Espanha, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Claro que cabe aqui especial menção a visita do Presidente da República Portuguesa. Tal como cabe destaque para os vários prémios com que a exposição foi distinguida.

Faço questão de assinalar a data. Porque aquele 30 de julho de 2015 não foi um dia como os outros. Nem para mim, nem para o Município, nem para todos os que estiveram envolvidos no projeto.


domingo, 26 de julho de 2020

MÉRTOLA, PELA MANHÃ


Continuando a perseguir o sr. Duarte Darmas. Hoje, pela manhã, recordando um poema de Cesariny. Porque Mértola é fugidia. A luz de Mértola escapa-se-nos, ao minuto. A vila ganha, a cada instante, contornos físicos. A luz que perdi hoje, vou encontrá-la amanhã.

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco

quarta-feira, 22 de julho de 2020

LABIRINTO BABILÓNICO

Um labirinto em argila, com cerca de 4.000 anos. Esta extraordinária peça pertence a uma coleção norueguesa, a Schoyen Collection.

De Jorge Luis Borges (1899-1986), o homem dos labirintos:

LABERINTO

No habrá nunca una puerta. Estás adentro
y el alcázar abarca el universo
y no tiene ni anverso ni reverso
ni externo muro ni secreto centro.

No esperes que el rigor de tu camino
que tercamente se bifurca en otro,
que tercamente se bifurca en otro,
tendrá fin. Es de hierro tu destino

como tu juez. No aguardes la embestida
del toro que es un hombre y cuya extraña
forma plural da horror a la maraña

de interminable piedra entretejida.
No existe. Nada esperes. Ni siquiera
en el negro crepúsculo la fiera.

"Elogio de la sombra" (1969)


domingo, 19 de julho de 2020

QUANDO O PATRIMÓNIO É ARMA POLÍTICA

A recente decisão turca de reconverter a basílica de Santa Sofia em mesquita é mais um capítulo na já longa história do monumento. De basílica para mesquita, depois museu, agora novamente mesquita. Esta última mudança causou comoção e protestos um pouco por todo o nosso mundo ocidental. A intenção fora expressa por Recep Tayyip Erdogan, em março de 2019, durante a campanha eleitoral para as eleições municipais. O tema nem sequer é recente. Há mais de 50 anos, o poeta islamista Necip Fazil Kisakurek protestava publicamente contra o estatuto de museu dado à antiga mesquita. E profetizava que o regresso ao passado seria uma questão de tempo. Não se enganou.

Esta decisiva mudança de estatuto representa um retrocesso? Não tenho dúvidas que as modificações de uso de monumentos, determinadas de modo reativo e como forma de marcar uma agenda política, são sempre um recuo. Também aqui não há novidades. No fundo, e de forma talvez demasiado simplificadora, aquilo que nós, ocidentais, valorizamos do ponto de vista cultural e patrimonial, é aquilo que outros rejeitam. A destruição dos Budas de Bamyan e de importantes testemunhos históricos e artísticos em Palmyra são as duas faces da intolerância e, também, de uma forma de afirmação política anti-ocidental. Nestes dois casos, tal como no de Santa Sofia, estamos ante exemplos de monumentos e de sítios classificados pela UNESCO como Património da Humanidade.

Não é tanto sabermos que a antiga basílica de Constantinopla volta a ser mesquita que é o fator principal de preocupação. Em boa verdade, o monumento está na Turquia e é aos turcos que, em última análise, cabe uma decisão sobre o uso a dar aos seus edifícios históricos. Claramente, têm esse direito, por muito que tal custe a um paternalismo ocidental que me faz lembrar, irresistivelmente, o episódio do astrónomo turco em “O principezinho”. O tal que só foi levado a sério quando se passou a vestir como nós.

O problema principal está nos danos colaterais. Erdogan, que se veste como nós, tem uma agenda política claramente traçada, desde há muito. Ao reverter Santa Sofia,passando por cima da Convenção do Património Mundial de 1972,deu mais um claro sinal à Europa. E arriscou, também, abrir a caixa de pandora do Património. Claro que deu garantias que fica “quase tudo” como antes. Toda a gente, independentemente do seu credo e nacionalidade, pode continuar a visitar a mesquita. E também está garantida a preservação dos mosaicos cristãos que cobrem as paredes interiores de Santa Sofia. Que serão, pudicamente, tapados com cortinas ou com raios laser durante as orações. Uma operação que terá de ser repetida 1825 vezes por ano. A tentação seguinte será, bem o temo, a cobertura dos mosaicos por períodos mais dilatados de tempo. Soluções diplomáticas como este “tapa-destapa” esbarram, mais cedo ou mais tarde, na realidade do quotidiano, nas pressões de grupos radicais e nos interesses políticos à qual a realidade e a perenidade do Património são alheias.

Hoje, no "Público"

quarta-feira, 15 de julho de 2020

WWW.DUARTEDARMAS.COM - dia 1

Arrancou e já há site: www.duartedarmas.com. É só a capa, mas dentro de semanas começará a ser preenchido. Até ao final do ano, o projeto estará terminado. Uma longa caminhada (iniciada em 2004!), que agora se aproxima do fim. Como eram, como são. Com a ajuda de um drone.

São vinte os sítios abrangidos:

Alandroal
Alpalhão (Nisa)
Arronches
Assumar (Monforte)
Campo Maior
Castelo de Vide
Elvas
Juromenha (Alandroal)
Mértola
Monforte
Monsaraz (Reguengos de Monsaraz)
Montalvão (Nisa)
Moura
Mourão
Nisa
Noudar (Barrancos)
Olivença
Ouguela (Campo Maior)
Serpa
Terena (Alandroal)

quinta-feira, 2 de julho de 2020

2020, ODISSEIA EM VALENÇA

Tui está do outro lado do rio. O crepúsculo vai bonito. Mas o solitário jantar 
é soturno. Só se ouvem os meus talheres. Nem poderiam ouvir-se outros. Estou sozinho no restaurante. Sou o Dave desta história.

Antes, ao andar dentro da fortaleza, dei-me conta que não há bares ou restaurantes abertos. Um padrão que tenho vindo a constatar ao longo das últimas três semanas. Amanhã é a raia. De Melgaço a Mértola esperam-me 660 quilómetros. É logali.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

A OUTRA LÍNGUA

Quase podemos pensar noutro país, quando entramos em Miranda do Douro e damos com as placas informativas bilingues: português e mirandês. O mirandês ganhou, há perto de duas décadas, estatuto de língua oficial. Tem um som que me é estranho. E que me soa melodioso, quando o ouço. E que mergulha as suas raízes em falares medievais asturo-leoneses. As fronteiras são, aqui, administrativas e recentes.

Miranda fica longe de Moura e de Mértola. Mas não é o topo setentrional deste projeto. Ainda me faltam Montalegre e Melgaço. "Isto" vai a 22% do total. No final da semana passa a 33%, no final da seguinte a 45%.

domingo, 28 de junho de 2020

A MOURARIA NO FACEBOOK - DIA 5 DE JULHO, ÀS 18:30

Como a situação pandémica anda mais que desanda, resolvemos (o José Gonçalo, o José Finha e eu) avançar com a apresentação do nosso livrinho sobre a Mouraria de Moura. A sessão terá lugar no próximo domingo, às 18:30. Serão intervenientes o Prof. André Teixeira (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade Nova de Lisboa) e os autores. Será uma sessão curta, entre 20 a 30 minutos. E que marcará o fim da quase-saga que este livro foi.

Vamos ter livro em dois tempos:
1. Esta apresentação virtual, via facebook;
2. O lançamento, real e ao vivo, na Taberna do Liberato, logo que possível. Esperemos que o mais depressa possível.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

DEDO ALPALHOENSE

Mais um cume na arte do kitsch. Entre Crato e Castelo de Vide entro em Alpalhão, para comprar uma garrafa de água. Subitamente, isto. É certo que a igreja matriz não é monumento classificado mas é um bonito edifício. E não merecia aquele dedo. Não me dei ao trabalho de decifrar o significado da coisa. Só me ocorria o hábito de outrora nos cafés. O dedo ao alto e o pssssttttt, para chamar o empregado.

terça-feira, 23 de junho de 2020

VIVER OS MUSEUS NO FERIADO MUNICIPAL

No Feriado Municipal da minha terra, os museus vão, este ano, ter um papel principal. Parece-me bem. Tudo tem uma lógica e uma explicação. Os meus alunos irão visitar Moura, no próximo semestre.

domingo, 14 de junho de 2020

COMO MORRE UM CASTELO

Um artigo do El Pais, sobre a morte de um castelo andaluz, avivou-me um episódio pouco conhecido em Moura, sobre o desaparecimento das chamadas "muralhas árabes".

A perda de funções militares do castelo, no início do século XIX, levou a que essas muralhas fossem vendidas. As razões foram de ordem prática. Feitos na chamada taipa militar - com forte incorporação de cal -, davam azo à formação de imenso salitre. O que se passou, de seguida, foi rápido, prático e dramático. Sendo o salitre essencial à "indústria da guerra" foi decidido usar como matéria-prima as muralhas mais antigas de Moura. Em poucos anos, instalou-se uma fábrica na cidade, que "transformou" as magníficas muralhas do século XII em pó. Literalmente. Restou o grande torreão que está por cima da biblioteca.

Vale a pena ler o precioso livro de João Manoel Cordeiro, que explica como tudo se passou.




Ver - https://books.google.pt/books?id=Dj9YAAAAcAAJ&printsec=frontcover&hl=pt-PT&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

E também:

http://www.santiagomacias.org/publi.php?livros

quinta-feira, 11 de junho de 2020

CONTOS DA LOUCURA NORMAL - VERSÃO PATRIMÓNIO

Das duas, uma:

Ou isto foi obra de um brincalhão (fiquei com essa suspeita ao ler século XXVI);
Ou então, estamos muito pior do que se podia imaginar...

quarta-feira, 3 de junho de 2020

DA CIDADE-LUZ

Vinha tudo de Paris... Nas primeiras décadas do século XX ainda não chegara a vez dos Estados Unidos, como farol cultural do Ocidente. Fui dar com esta preciosidade no meio de um projeto de Porfírio Pardal Monteiro. É claro que, uma vez mais, farei figura de Neanderthal ao dizer que as cópias heliográficas (os chamados blueprints) são 1000 vezes mais bonitas que os autocads. Mas acho mesmo que é assim.

Neste projeto o que vinha de Paris eram as torneiras. Eh, oui. Para edifícios de prestígios não iam comprar torneiras à drogaria da esquina. Estas vinham da Rue Berthollet.

terça-feira, 26 de maio de 2020

MAS ISTO É O QUÊ?

O "Expresso" resolveu dar guarida a uma inacreditável carta de um conjunto de personalidades que, a propósito dos Painéis de S. Vicente, "acha que". Não há, entre o distinto grupo, um único investigador de História da Arte. Pela óbvia razão que qualquer profissional da área teria vergonha de subscrever aquele texto. Onde, entre outras coisas, se avança como motivação o facto da Ministra da Cultura não ter respondido a uma carta do matemático Jorge Almeida. Que é, também, entusiasta dos Painéis nas horas vagas.

Lóbis na Cultura? Há-os para todos os gostos. Estes conseguiram ser ouvidos no correio da manhã das elites.



Eis os subscritores:
Alexandre Manuel, jornalista e professor universitário
Amadeu Lopes-Sabino, escritor
Aniceto Afonso, historiador
Arnaldo Madureira, professor universitário e historiador
Avelino Rodrigues, jornalista de investigação
Carlos Almada Contreiras, historiador
Carlos Blanco de Morais, professor catedrático de Direito e analista de política internacional
Carlos Gaspar, investigador em relações internacionais
Carlos Matos Gomes, escritor
Catarina Figueiredo Cardoso, curadora independente
Cecília Barreira, historiadora da cultura
Guilherme Valente, editor e ensaísta
Irene Pimentel, historiadora
José António Veloso, jurista e investigador
Jorge Bacelar Gouveia, professor catedrático de Direito
José Carlos Costa Marques, escritor
José Vera Jardim, ex-ministro da Justiça e jurista
Luís Salgado de Matos, cientista social 
Margarida Ponte Ferreira, escritora
Maria do Carmo Moser, produtora de filmes
Miguel Freitas da Costa, ensaísta
Nuno Júdice, escritor
Paulo Cintra, fotógrafo
Teresa Venda, ex-deputada e administradora

segunda-feira, 25 de maio de 2020

ARQUEOLOGIA E POLÍTICA - DA TEORIA À PRÁTICA

A conversa de arqueólogos não será só sobre Moura. Mas é evidente que o percurso arqueológico (de 1989 até hoje) e o político (1993-2017) serão a parte principal do que se vai falar. Como se fez, porque se fez, como se financiou, porque se optou daquela forma e não de outra.

Porque é que a reabilitação urbana tem de ser parte central de uma atuação? E não só ao domínio patrimonial me refiro.

Logo, às 19 horas (18 h nos Açores), no facebook:
https://www.facebook.com/FundacaoSousaDOliveira

segunda-feira, 18 de maio de 2020

OS MUSEUS, NO SEU DIA

Mais baralhado não se pode estar. Justamente os museus, que foram formados para terem público, agora não o podem ter. Ou podem, mas com muitas limitações. As exposições temporárias vão ser repensadas? Decerto que sim. Mas a visita às exposições, os momentos de contemplação e de reflexão não se compadecem com um mundo só virtual.

Voltamos, uma vez e outra, à raíz das coisas. É preciso conservar, inventariar, comunicar, dar a a conhecer e participar na vida dos sítios. O dia tem sido fértil em encontros e debates. De manhã, um promovido pela Fundação Gulbenkian; ao fim do dia, haverá outro (com limite de presenças), organizado por ICOM.

Durante este mês haverá concursos para os lugares de direção nos museus. Um momento importante, que deverá ter seguimento com medidas de fundo.

Memória da primeira exposição que organizei - Moura na época romana (1987)
Com a ajuda e a generosidade inesquecíveis de Rogério Ribeiro

quinta-feira, 30 de abril de 2020

PATRIMÓNIO DE MOURA X 6.000


No início de abril comprei dois meses de "zoom". Era a maneira mais prática de continuar a dar as aulas. O método funciona, ainda que saiba a pouco. É um pouco como aquelas rodas estreitinhas que os carros agora têm quando temos um furo. Dão para desenrascar.

Resolvi aproveitar o zoom, o trabalho acumulado sobre Moura e projetos em curso para quatro curtas conversas à volta do Património. Tive a surpresa de contar, ao todo, com mais de 6.000 visualizações. Esperava umas centenas, vá que chegasse ao milhar.

O mérito não é meu, é da terra. E dos que lá nasceram ou vivem e que gostam de Moura. E do interesse que os temas suscitam.

Aqui ficam os links e os temas:

COMO DUARTE DARMAS VIU MOURA EM 1510
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217653092060859/

A MOURARIA DE MOURA
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217722009183744/

AS MURALHAS MODERNAS DE MOURA
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217799001228497/

DA PRATA DA ADIÇA À MOURA SALÚQUIA
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217871808568635/

segunda-feira, 27 de abril de 2020