quarta-feira, 31 de julho de 2019

OMAR TORRIJOS

Homenagem ao patriota panamiano Omar Torrijos (1929-1981), no ano em teria completado 90 anos e no dia em que passam 38 anos da sua morte, num misterioso acidente de avião. Há um livro que trata, de perto, a realidade política de Omar Torrijos. Foi escrito por Graham Greene e intitula-se Getting to Know the General: The Story of an Involvement.

Torrijos negociou com Carter a devolução do território em volta do Canal. A política do big stick continua ativa. Guess what? Com tanta dimócraci e tantos iuman raites, os territórios panamianos anda não são panamianos. E nem vale a pena recordar como se inventou um país chamado Panamá.

Omar Torrijos, na sua fotografia de que mais gosto: com um grupo de crianças, na represa do rio Bayano (1973)

terça-feira, 30 de julho de 2019

ENTRE GUSRKY E MONDRIAN

Ateneu Comercial: azulejos e armários abandonados, assim a dar para o flashy. Qualquer coisa a meio caminho entre a fotografia de Andreas Gursky e a pintura de Piet Mondrian. A Arte sempre a atravessar-se no quotidiano.



STARDUST MEMORIES Nº. 29: ATENEU COMERCIAL DE LISBOA

Em 1976, a piscina era descoberta e tudo era branco em volta do tanque. Houve melhoramentos, há mais de 20 anos, e o resultado foi uma total desgraça. Ali aprendi a nadar, beneficiando da paciência de Shintaro Yokochi e de Carlos Cruchinho. Quase me parece irreal que fossem treinadores e nadadores de primeira a ensinar os miúdos. Ainda para mais miúdos sem aptidão, como era o meu mais que óbvio caso. A única ligação que tive com a alta competição foi o facto de Yokochi me achar parecido com o  célebre nadador alemão Roland Matthes...

Voltei hoje ao Ateneu, por outras razões. Decrepitude é palavra curta para descrever o cenário. Houve uma insolvência e há apetites imobiliários. Está tudo na habitação de luxo e nos hotéis de luxo. Como a antiga sede dos CTT, na Rua de S. José. Perguntei ao José Vicente "queres ir até lá? é o único palácio de Lisboa que parece romano". Fomos. As obras ainda não começaram. Mas irão começar. Como daqui a uns tempos, no Ateneu. Que é já só uma sombra das glórias passadas.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

CINEMA 15

Foi uma revista importante no começo da adolescência. O tempo torna as coisas difusas. Juraria que surgiu no verão, mas as informações disponíveis apontam para o inverno de 1975. Creio ter comprado todos os números. A revista teve curta existência. Era dirigida por Américo Leite Rosa e tinha como editor Vitoriano Rosa. Os textos eram claros, bem escritos e concisos. Não era uma revista "de esquerda", nem se debruçava sobre cineastas então muito incensados - qualquer demagogia pseudo-marxista passava por genialidade... -, mas também não era isso que eu procurava na revista.

Aos 12 anos, tudo era uma descoberta para quem queria ser cineasta. E dessas leituras retenho, entre outras  coisas, os textos de uma portuguesa chamada Leolina Clara Gomes Dias Simões (1925-2002), que se tornou conhecida com o pseudónimo de Clara D'Ovar. É um nome que está hoje esquecido, mas que teve papel importante nos anos 60 e 70. As crónicas que assinava, pícaras e pouco convencionais, faziam-me rir até às lágrimas.

Não me tornei cineasta. Fiquei-me pela cinefilia. Faz-se o que se pode.

domingo, 28 de julho de 2019

MILREU

São 16 horas e não se vê vivalma. Não está muito calor, mas as ruínas de Milreu estão desertas. "Cuidado com as vespas", avisara o cordialíssimo funcionário da receção. Mas nem essas dão sinal de vida, no meio da tarde. Quanto mais os anos passam, mais me convenço que um centro interpretativo, com bons e claros painéis, mais um percurso razoavelmente assinalado e uma estação arqueológica limpa e visitável, não chegam para "fazer" um sítio. Tardamos em colher experiências e em aplicá-las. Quarenta e cinco anos depois do 25 de abril estamos ainda no ponto de partida.

No meio da visita, dou com uma fotografia do Dr. Theodor Hauschild. O que será feito dele? Como verá tudo isto, do alto dos seus 90 anos? A escavação de Milreu foi mais além - ou vai mais para cá - do período romano. Dos pagãos passou aos cristãos, depois aos muçulmanos. Dois fustes com inscrições em árabe são a prova tangível daquilo que há muito se sabe. Que as grandes villas romanas tiveram ocupação continuada até ao período califal.

Uma hora mais tarde, o sítio continua deserto. E à espera de visitantes que tardam em chegar.


sábado, 27 de julho de 2019

REGRAS DE COMUNICAÇÃO

O propósito de um painel à porta de um estabelecimento é informar, certo?

Há caracóis.
Temos pneus novos e recauchutados.
Computadores a partir de xis euros.

Este portão é um naïve e eficaz meio de comunicação. Os serviços da oficina estão ali bem explicados. Menos, para mim, a parte da cama, que me parece meio enigmática.

Ainda existirá? A fotografia data de 2012 e foi feita em Bolama.

LOULÉ - 5/5

Aos poucos, se tem revelado o Portugal Islâmico. A hipótese de o embasamento da torre sineira de S. Clemente, em Loulé, ser parte do minarete da mesquita local foi avançada, salvo erro, por Michel Terrasse. É a estrutura que, a título indicativo, se referencia na imagem.

A estrutura deverá datar de finais do século XI ou da primeira metade do século XII d.C.

Veja-se a abordagem mais detalhada de Cristina Garcia em http://islamicart.museumwnf.org/database_item.php?id=monument;ISL;pt;Mon01;12;pt

sexta-feira, 26 de julho de 2019

O ELOGIO DA BURACA

         “Você mora onde??”. Várias vezes tenho sido surpreendido com esta pergunta. O tom é quase de alarme. Podia “iludir” a questão e dizer “na Amadora”. Ou, de forma ainda mais dissimulada, “muito perto da estação de Benfica”. Mas não, a Buraca é a Buraca. É onde estou e onde gosto de estar. O nome é, quase sempre, sinónimo de terror. Como se dissesse “vivo no South Bronx”. Ou “em LA South Central”. Ao fim da rua, a menos de 400 metros, fica a Cova da Moura. Que é sinónimo de periódicas confusões.
         A janela da cozinha fica virada para um local de passagem. Ao longo do dia, quando lá estou de dia, é uma janela sobre o mundo. Gente que vai para o trabalho ou do trabalho regressa. Emigrantes africanos ou cidadãos portugueses de origem africana passam a toda a hora. O passo deles tem um ritmo musical ou sou eu que assim quero que seja? Há reformados, que o bairro tem cada vez mais reformados, e há ainda um ambiente de família. Há gente que se conhece há décadas. A dona do supermercado pergunta-me pela Isabelinha com regularidade. A senhora do rés-do-chão em frente trabalhou em Moura e ainda se lembra das ruas, descrevendo-mas como elas eram há 50 anos. O dono do quiosque dos jornais é da Amareleja. A praceta é um mix de alentejanos, de beirões e de população de origem africana. Afinal, foi o bairro que deu origem aos BURAKA SOM SISTEMA. Na Buraca não há condes nem viscondes. Se há, é porque faliram. Os carros velhos são tantos como os novos. O bairro está entre a memória dos subúrbios de outrora – oficinas nas traseiras, cafés de ar pouco próspero – e a modernidade que aí vem. Num quintal das traseiras há uma figueira, a dar um toque de ruralidade. Mais longe, a uns 100 metros, e do outro lado da Estrada da Circunvalação, há sempre música num bairro habitado maioritariamente por ciganos. O facto de usar chapéu já deu origem a divertidos equívocos.
         Volto à janela e o bulício continua. Novos, velhos, continuam a passar a ritmo incessante. Ao fim do dia, quando a noite se fecha, são mulheres anafadas, na casa dos 50/60 anos, que regressam das empresas onde trabalham nas limpezas. Não é raro que tenham dois empregos: 14 horas de trabalho, mais 2 em transportes vários, mais as compras, mais a família. Dessas vidas ninguém se lembra, e a elas não chegam as condecorações nem o elevador social. É neste ambiente que regresso muitas vezes a casa, no 50 ou no 54.
         “Você vive na Buraca??”. E eu que sim, e gosto daquele ambiente de mistura e popular. Um bairro com gente autêntica e onde ainda há crianças no parque infantil e no polidesportivo ao virar da esquina.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

BIBLIOGRAFIA MOURENSE - UM REGISTO PESSOAL: 5/13

Novo interregno. Entre 2001 e 2005 tive os meus anni di galera. Depois do ciclo de exposições no Museu Nacional de Arqueologia e em Marrocos e do projeto Terras da Moura Encantada, fechei-me na tese. Com a abertura do Museu Islâmico, em Mértola, em finais de 2001, terminava um ciclo. No final de 2005, e já numa nova vida, pude retomar dois projetos antigos. Um, este que agora menciono, implicava publicar um trabalho feito para uma cadeira da licenciatura, em 1984/85. Nele recolhia toda a informação iconográfica e documental disponível sobre as muralhas seiscentista de Moura. Só me faltou um pequeno troço, que haveria de "descobrir" anos mais tarde. Tal como me escapou a existência de algumas estruturas dessa muralha, nos anos 20 do século XX, no sítio onde está hoje um super-mercado.

Completava este livro um estudo sobre atalaias, de uma jovem colega, a quem decidi dar "sociedade".



Fortificações modernas de Moura
Autores: Santiago Macias e Vanessa Gaspar
Formato - 20 x 20
Nº de páginas - 93
Ano de edição - 2005
Classificação CDU - 725.18(469)"13/18"

quarta-feira, 24 de julho de 2019

COMANDAR E ASSUMIR RESPONSABILIDADES

Nesta época do passa-a-bola, mais impressão me faz a fuga às responsabilidades. Quando um "responsável" quer fugir a perguntas incómodas responsabiliza "os técnicos" ou chama "as chefias" para responderem por ele. A isto chegámos...

Encontramos disto por toda a parte. Nos governos, nos institutos, nas universidades, nas câmaras... Gente sem preparação técnica e/ou política e com debilidade éticas foge e esconde-se. Vamos encontra-los em momentos simpáticos, quando tudo corre bem. Dizia-me esta tarde um amigo "é difícil atacar quem não assume a liderança". Respondi que "há um momento para tudo, até porque os cobardes se traem sempre".

Nunca entendi a perspetiva da fuga às responsabilidades. Sempre defendi que o princípio é não atirar para cima dos trabalhadores o que quer que seja. Muitas vezes o disse na Assembleia Municipal: "o responsável é o Presidente da Câmara". Poderá haver outras perspetivas. Seguramente que sim. Mas continuo a pensar que quem tem de assumir responsabilidades é quem comanda. E não atirar para cima de subalternos essas responsabilidades ou o fornecimento de explicações quando se dá barraca...


STARDUST MEMORIES Nº. 28: HAWKER SIDDELEY HS 748

Faz hoje 30 anos. Nunca tinha ido a Cabo Verde e aproveitámos a hospitalidade da Maria João e do Carlos. A casa deles era num sítio chamado Terra Branca. Há poucos anos, voltei ao local e foi com dificuldade que reconheci o edifício, hoje rodeado pelo crescimento da cidade da Praia.

A Praia ainda não tinha aeroporto internacional. Isso obrigou-nos a uma razoável seca de sete ou oito horas no Sal. De Lisboa para o Sal o voo era feito pela TAP, num Airbus A 310, um modelo que a companhia não tem há muito. Do Sal para a Praia, os aviões eram estes: os Hawker Siddeley HS 748, um modelo que os TACV também já não têm ao serviço. Bom, a verdade é que 30 anos se passaram...

Nunca escrevi sobre essa viagem, que tantas e tão fundas marcas me deixou. Poderia começar pela viagem no Hawker, onde um trio de animados emigrantes, vindos de Portugal, se entretinha a contar anedotas em crioulo. Não conheço a língua, mas deu para perceber que algumas delas eram sobre alentejanos.

terça-feira, 23 de julho de 2019

FOGO

O fogo chegou a Cardigos e rondou o Carvalhal. Casas queimadas e hortas meio torradas pelo calor. Não há gente para limpar o mato. Ficaram os velhos e chegam os reformados. O problema é demográfico, em primeiro lugar. O interior está votado ao abandono. Menos nos momentos em que há feiras. Aí, há uma revoada de secretários de estado, de deputados e de ministros. Elogiam muito e regressam aos tapetes fofos. Em 2020 vai tudo voltar a arder.

António Costa está em momento teflon. Os autarcas e tal. Depois de toda a gama de inutilidades legislativas que se vão produzindo, dos cortes orçamentais, de mais e mais entorpecimentos, a culpa é dos autarcas. Pois claro! De quem mais haveria de ser?

Já agora, quais são os resultados práticos dessa inutilidade pomposa que dá pela nome de Unidade de Missão para a Valorização do Interior?

segunda-feira, 22 de julho de 2019

DIA LIDO E ESCRITO

Leituras e escritas cruzadas. Um livro cuja redação se conclui. Haverá lançamento em Moura, no outono. Apesar da escrita avançar aos saltos e de um modo que me parece errático.

Mas o fator de perturbação foram as Canções mexicanas, de Gonçalo M. Tavares. Não posso dizer que tenha gostado. A inversa também não é verdadeira. Não conseguiria perceber o livro se não tivesse visto Roma, de Alfonso Cuarón. E também não gostei especialmente do filme. A verdade é que a escrita fragmentária e difícil de Tavares - algo entre o David Lynch de Eraserhead e uma versão radical de António Lobo Antunes - nos dá imagens parcelares e violentas do México. O narrador não é Tavares, mas alguém num caminho de vertigem por entre um México popular e violento. Não sei se a cidade é assim, mas as canções parecem convincentes.

O estilo de escrita ajuda-me. Nem sempre os fragmentos são desconexos. 

domingo, 21 de julho de 2019

DONALD TRUMP E A PRÉMIO NOBEL DA PAZ

Conversa com a Nobel da Paz, Nadia Murad Basee Taha (legendada em espanhol). Custa a crer que é este o nível do homem mais poderoso do planeta. Indigência e falta de preparação...

LOULÉ - 4/5

Ando para aqui às voltas sem conseguir saber quem é o autor desde sóbrio e bonito edifício. Tem ar de cine-teatro, com aquele espaço na esquina para os cartazes de outrora. Hoje é um supermercado.

A arquitetura moderna, na região algarvia, dá cartas. Muitos e bons edifícios foram desenhados e construídos nos anos 50 e 60 no extremo sul do País. Já disso me dera conta, em anteriores estadas. Fui descobrindo nomes e edifícios. Fica agora esta dúvida: quem desenhou este edifício?

sábado, 20 de julho de 2019

OLHA O ANTÓNIO!

Só ontem descobri este site/portfólio, do António Cunha (n. 1954). Ali revi velhos projetos. E outros que conheço, sem neles ter participado. O António é um grande fotógrafo alentejano, com passagens por todos os cantos do mundo. Vale a pena consultar o site. Há muita e boa fotografia.


Ver - http://www.antoniocunhafotografia.com

sexta-feira, 19 de julho de 2019

UM HOMEM NA LUA - 19.7.1969

Há os terraplanistas.
Há os criacionistas.
Há os anti-vacinas.
Há os que acreditam que James Dean e Elvis Presley estão vivos.
E há os que acham que a chegada à Lua foi um filme rodado por Stanley Kubrick.
Em homenagem aos que criaram essa madrugada, e da qual tenho uma difusa memória (com seis anos não dá para muito), aqui fica um excerto do alucinante Operation Avalanche. Não estão muito longe do meu bisavô José Perfeito (1888-1975), que achava, convictamente, que eram homens mascarados aos pulos numa seara.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

BIBLIOGRAFIA MOURENSE - UM REGISTO PESSOAL: 4/13

Sempre tive este livro como "pouco amado". É verdade que a grande fotografia que o Mariano Piçarra fez, e que foi escolhida para a capa, não é muito festiva. Mas o que se queria era que a Festa de Moura fosse retratada por seis fotógrafos. Que cada desse uma perspetiva de um aspeto particular e que todos fotografassem a procissão. Moura - crónica da festa foi mais um esforço de fixação da memória do sítio e das coisas que nele sucedem naqueles cinco dias.

É um livro de registo e de crónica. Que teve uma inspirada produção gráfica de Luís Moreira. Criou soluções geniais e pontuou o texto de vinhetas, numa proposta criativa. Já passaram quase 20 anos. Continuo a achar que foram produzidas imagens excecionais. Que o tempo tem melhorado. Como sempre acontece com as boas colheitas.


Moura - crónica da festa
Autores: Alberto Frias, António Cunha, António Pedro Ferrreira, José Manuel Rodrigues, Mariano Piçarra, Rui Cunha e Santiago Macias
Formato - 28x30
Nº de páginas - 159
Ano de edição - 2001
Classificação CDU - 77.04(469)"19/20"

quarta-feira, 17 de julho de 2019

JOÃO MIGUEL TAVARES I, O INCULTO

O discurso do dia 10 de junho foi um chorrilho de bem escritas banalidades. Com um par de equívocos e umas asneiras sobre elevadores sociais à mistura. Espantou-me que causasse tantos entusiasmos, pró e contra.

Depois do lamentável texto de Fátima Bonifácio - que não me parece de molde a causar processos judiciais (não tarda nada estamos nos crimideias...), surge agora JMT a dar um ar da sua graça. Vai perdendo o ar algo "desalinhado" que tinha. Era só cosmética, afinal. Atreve-se agora a umas aflições conceptuais, que envergonham quem as lê. Um intelectual de café que, objetivamente, confunde cultura com mundo ocidental.

Ioánnis Metaxás (1871-1941) decretou, na Grécia, o surgimento de uma Terceira Civilização Helénica. O tavarismo quer ser a versão lusitana do fascismo grego. Com a mesma prosápia e idêntica incultura.

007 - VERSÃO POLITICAMENTE CORRETA

Lixam tudo. Com o politicamente correto, não vai sobrar nada. Não fica pedra sobre pedra. Que Lashana Lynch seja muito bonita é uma coisa (acho que ainda posso dizer brasa sem ir preso...). Que se queira fazer dela a 007 pós-Craig é um disparate. Vai agradar aos grupos que fazer da reivindicação uma profissão. Eventualmente, também agradará a um punhado de feministas. Não vai "colar". Porque há coisas que não fazem sentido assim. E não se promove a igualdade assim.

Quanto aos futuros bond boys, prevejo-os por quotas. Tem de haver um branco, um magrebino, um cigano, um latino, um chinês, um negro etc.

Quanto aquela relação com Moneypenny, não sei, não sei...

Lixam tudo e transformam a vida em xanax.