História pícara e real, ocorrida nos anos 40 numa aldeia do Andévalo. Uma pessoa de uma família humilde e pertencente a um setor bem conhecido da sociedade falecera. O funeral teve lugar num dia de chuva violenta. A cova enchia-se de água e o caixão, para embaraço dos presentes, quase boiava. Ouviu-se então o lamento da mulher: "Ai, Trapatiesta, que nunca querías lavarte la cara, y ahora te han hecho capitán de un barco!".
O João assistiu ao episódio. Foi há muitos anos e nunca mais o esqueceu.
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