Termino com a citação de um texto. Ainda e sempre os caminhos. Sublinho, neste caso, decisões pessoais. De “A estrada que não foi seguida”, de Robert Frost: “Duas estradas separavam-se num bosque, e eu / Eu segui a menos percorrida / E isso fez toda a diferença.” Continuarei, com toda a convicção a seguir, solidário e solitário, a percorrer os caminhos em que acredito. Com esta minha terra e com esta minha gente sempre no meu espírito e sempre na minha memória.
Assim me despedi, na tarde de 21 de outubro, das minhas funções públicas em Moura. Retomei o percurso. Com convicção e entre fundas incertezas profissionais. Lancei-me ao trabalho. 2018/2019, na Câmara de Lisboa, 2020 noutra entidade pública, a partir de 2021 no Panteão Nacional. Regressei à produção de publicações (como autor, coordenador ou promotor). Foi, profissionalmente, a melhor parte. Assim traduzida:
2018
Caligrafias, ed. de autor [fotografia] - autor
2019
Mesquitas, ed. C.M. Mértola [fotografia] - autor
929, ed. Tinta da China - co-autor
2020
Moita Macedo [catálogo de pintura] - coordenação
Guerreiros e mártires, ed. Museu Nacional de Arte Antiga [catálogo de exposição] - coordenação
2021
Bolama, ed. Multiculti [fotografia] - autor
2022
Movra Medievalis, ed. Multiculti - co-autor
Panteão & Panthéon, ed. Panteão Nacional [catálogo de exposição] - coordenação
Duarte Darmas - do cálamo ao drone, ed. Multiculti - autor
Mulheres Mecenas, ed. Caleidoscópio - coordenação
2023
Mértola, ed. C.M. Mértola [fotografia] - autor
Thalassa! Thalassa!, ed. Panteão Nacional [catálogo de exposição] - coordenação
Caixa Geral de Depósitos - património arquitetónico, ed. Caixa Geral de Depósitos - co-autor
2024
Portugal 1975, ed. Postcart [catálogo de exposição] - coordenação
Sophia por José Manuel dos Santos, ed. Caixa Geral de Depósitos - coordenação
Foram 14 publicações em sete anos. Deverá haver mais duas até dezembro.
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