Escreveu há dias um deputado neofascista:
"(...) a herança de Salazar é incontornável. Porém, basta recordar Marquês de Pombal para resolver o assunto. Quando o último abandonou o poder, em 1777, era o homem mais odiado em Portugal. Um século depois, passou a merecedor de inúmeras homenagens no balanço entre as virtudes e defeitos da governação pombalina (1750-1777). Não é necessária qualquer bola de cristal para saber que com a governação de Salazar (1928-1968) acontecerá o mesmo".
Como se diz no Alentejo, comparar Pombal com Salazar é o mesmo que comparar a Feira de Castro...
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