De repente, deu-me para ir à procura das coisas antigas de Gibraleón, a Jabal Uyun das fontes escritas árabes. Arrastei até lá uma pequena comitiva. Uma manhã inexplicável.
A visita teve detalhes pícaros - como o de um funcionário do ayuntamiento a fotocopiar um folheto turístico tirado de uma caixa onde haveria umas boas dezenas de exemplares - e outros insólitos:
Iglesia del Carmen - cerrada.
Iglesia de San Juan - cerrada.
Convento de Ntra. Sra. del Vado - cerrado.
Iglesia de Santiago - cerrada.
Castillo - cerrado, por supuesto.
Balanço da manhã: compra de um maço de cigarros (não para mim) e de uma garrafa de água. Turismo tabágico-aquífero.
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