terça-feira, 16 de julho de 2024

CAIXA CULTURA: OS VENCEDORES DA 5ª. EDIÇÃO

E eis que chegamos à quinta edição do Caixa Cultura. Melhor dizendo, à divulgação dos premiados nesta quinta edição.

E que são quais e quem?

  • Livrinhos do Teatro 2024/2025
    Artistas Unidos
  • CD Livro Fernando Lopes Graça
    Miguel Borges Coelho
  • Baixos Sumptuosos da Patriarcal
    Associação Bonne Corde
  • Documentário sobre Maria Filomena Molder
    Abílio Leitão Unipessoal Lda.
  • FIMCO / Jovem Orquestra Portuguesa
    Orquestra de Câmara Portuguesa
  • Súbito - Festival Mulheres Compositoras
    Maria Luísa Olazabal Correia da Silva
  • Sonhar África num Outono em Lisboa - uma memória - geradora
    Chapitô | Coletividade Cultural e Recreativa de Santa Catarina

Projetos estimulantes e de futuro. Ver mais aqui: https://www.cgd.pt/Institucional/Caixa-Cultura/Pages/Caixa-Cultura.aspx


JÁ SÓ FALTA UM ANO...

Hoje de manhã cedo dei comigo a pensar nisto. Pois é!, já só falta um ano. Ou, ainda falta um ano...


O AMIGO DA BRIGADA DE TRÂNSITO

O empregado daquele restaurante, no Alto Alentejo, devia ter alguma relação de amizade com a brigada de trânsito da GNR. O casal brasileiro, que ia para Monforte (a 25 kms.) hesitava em beber vinho (é o que dá canibalizarem o espaço e colocarem as mesas a menos de meio metro umas das outras; conversas em privado só em sotto voce). O empregado, daqueles melgas que falam, falam, falam, e opinam sobre tudo, sai-se com esta: não há problema, comendo bem, pode beber, à von-ta-de, três garrafas de vinho. Pensei, "este quer enfrascar o cliente". O senhor brasileiro, ajuizadamente, bebeu dois copos e levou o resto da mui cara botelha.

Ninguém ficou assim, como no célebre quadro de José Malhoa...

segunda-feira, 15 de julho de 2024

A BANDA DA AMARELEJA NO CAMPO PEQUENO - PARECE QUE É DESTA

A notícia foi-me transmitida por várias pessoas, incluindo músicos da banda. A Banda da Sociedade Filarmónica União Musical Amarelejense vai estar no Campo Pequeno, a abrilhantar a corrida de touros de dia 22 de agosto. Lá estarei.

Deixo aqui uma imagem de "outros tempos" (2016), na Torre do Relógio (fotografia de Carla Ascenção).


sábado, 13 de julho de 2024

LXVII - CRÓNICAS OLISIPONENSES: OS MOTORISTAS DA CARRIS

Esta é uma crónica de bem-dizer e é sobre os motoristas da CARRIS. A tarefa não é fácil e é frequente os utentes descarregarem nos motoristas as falhas de serviços que não são deles. Os motoristas da CARRIS são lusitanos típicos - esperam pelas pessoas, reabrem a porta quando chega um retardatário esbaforido -, têm paciência, põem no lugar quem o merece e fazem daquele serviço, que é para todos nós, algo de bom. Profissionais a sério.

Nem todos são simpáticos, claro, mas mesmo esses são prestáveis. Digo eu, utente regular do 711, do 724, do 728, do 742, do 750, do 754, do 760, do 764, do 799.

Vivam os motoristas da CARRIS.


sexta-feira, 12 de julho de 2024

O MAR! O MAR!

É um dos melhores sítios, e uma das mais belas baías, para se celebrar o mar e para recordar Sophia. Refiro-me a Sines. A Marsa Hashine do texto de al-Himiary.

Vai ser inaugurada amanhã à tarde a remontagem da exposição "Thalassa! Thalassa! O Mar e o Mediterrâneo na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen". Do Panteão e da Culturgest para o Atlântico. Passarei por lá dentro de semanas.

quinta-feira, 11 de julho de 2024

FESTA DO SETE - 11.7.1981

Foi há 43 anos... Quase custa a dizer. Os exames do 12º. ano tinham acabado e eu tinha a certeza de que iria entrar na minha primeira opção: História - variante de História da Arte, na Faculdade de Letras de Lisboa. A nota de candidatura não era nada de especial (14,85), mas entrei, folgadamente. Os anos seguintes correram francamente bem .

Estava, portanto, em dias de descompressão. Solitário militante, fui sem companhia para a memorável Festa do Sete, um jornal de artes e espetáculos que teve grande sucesso na década de 80. Estou algures por ali, onde está o círculo vermelho. Por lá encontrei um certo candidato ao curso de Economia e Gestão no ISE, de quem fui colega no liceu e de quem sou amigo há quase 50 anos. Lembro-me dele aos saltos durante a atuação dos Táxi...

quarta-feira, 10 de julho de 2024

A FESTA DA PADROEIRA

Entre 1970 e a presente data só falhei duas (1993 e 1997). Por razões profissionais. Jurei que não voltaria a balburdiar a agenda...

Em 2000 foi feito um registo fotográfico da Festa. O livro, de boa memória, saiu em 2001.


NÃO QUERENDO SER ASSIM MUITO CHATO...

... gostava que me explicassem onde está a razão da euforia, à esquerda. A extrema-direita ultrapassou, em França, os 10 milhões de votos e conseguiu 37% do voto popular. Um resultado que lhe convém e que lhe permite vitimizar-se.


terça-feira, 9 de julho de 2024

A ENTREVISTA

Vi em diferido e fiquei preocupado com o que ouvi. É como se a PGR vivesse num universo paralelo. Não pude deixar de notar, contudo, a sua superior inteligência. Fria e cínica, mas superior, sem dúvida.

Também não pude deixar de notar a elevada qualidade do trabalho do jornalista. Preparadíssimo, sem dúvida. Já li críticas por não ter feito o contraditório. Manifestamente, há quem confunda entrevista com debate. Só houve um questão que tive pena que não tivesse sido abordada: a das fugas de informação. Onde haverá responsabilidades "repartidas". Mas valia a pena que a pergunta tivesse sido feita...

segunda-feira, 8 de julho de 2024

JOSÉ BAIOA (1940-2024)

Deixou-nos há dias e tive pena de não ter estado em Mértola. Lembro-me da chegada de José Baioa a Moura, no início dos anos 70. Ainda não era um futebolista veterano, mas para lá caminhava. Envergava a camisola 8. Fez parte, com Bento Feliciano (6) e com Francisco Piçarra (7), de um meio-campo talentoso e empenhado. Era muito rápido e hábil. A entrega e a generosidade daqueles jogadores era total. Ainda não havia SAD, os jogadores eram todas da região e o Maria Vitória estava sempre à cunha. Jogadores como José Baioa para isso contribuíam.

Tenho ideia de que morava na zona da Capinha Rota, mas isso pode não ser preciso. Voltei a encontrá-lo, em Mértola, anos mais tarde. Não me reconheceu, claro, mas quando me apresentaram perguntou, de imediato, "então e o amigo João [meu pai, antigo diretor do MAC], como está?". Depois disso, muitas vezes nos cruzámos, pelas ruas da vila.

Deixou-nos um homem generoso e fraterno, um democrata que se envolveu nas causas do seu Povo. Foi vereador da Câmara de Mértola eleito pela APU, já lá vão 40 anos.

Começam a ser muitas partidas, caramba...



domingo, 7 de julho de 2024

NACIONAL-FARAGISMO

Uma inesgotável capacidade de dizer disparates e de lançar chamas.

Faz lembrar um certo político da Lusitânia que, para cada solução, tem três problemas...

Um dos temas preferidos de Nigel Farage é a invasão do Reino Unido por emigrantes que chegam por via marítima.

Recentemente...

As part of the address, Farage also claimed that most Channel migrants came from countries known for "terrorism ... gang culture and war zones".

E já "avisou" que quando o tempo melhorar, o Reino Unido vai ser invadido.

A "solução" é deportar.

Uma solução que deve ter um sucesso semelhante ao do célebre muro de Trump. Que os mexicanos iriam pagar. Viu-se...




sábado, 6 de julho de 2024

AI SE NÃO FOSSEM OS EMIGRANTES...

O jogo acabou como se sabe. Cinco grandes penalidades e Portugal ficou fora do Europeu. Quem as marcou pela França e quais as suas raízes?

Dembélé - Mauritânia, Senegal e Mali

Fofana - Mali

Koundé - França e Benim

Barcola - França e Togo

Hernández - Espanha

Dispenso-me de fazer mais comentários.



sexta-feira, 5 de julho de 2024

RUTLAND WEEKEND TELEVISION - UMA SÉRIE GENIAL E ESQUECIDA

A série data de 1975/1976. No original tinha como título Rutland Weekend Television. Por cá deram-lhe o pouco inspirado título de "Os tevetas". Foram seus criadores Eric Idle (um dos Python) e o já desaparecido Neil Innes.

Toda a trama anda em torno de um imaginário canal de televisão. Os sketchs são hilariantes. Muitos deles seriam, pura e simplesmente, cancelados.

Este é o meu preferido. É sobre um ator de filmes pronográficos que, no dia-a-dia, tem um mais que respeitável emprego.

 

A letra é mais ou menos isto:

This man to all appearances is an ordinary man You wouldn't think to look at him that he had a single fan The dirty mackintosh brigade passing by without a glance Yet if he took off his clothes right now he'd be pumped by all at once Yes He's the Star of the Sexy Movies (yeah) though his life hidden by the grip (ooh) Wherever he goes when he's wearing clothes nobody recognizes him He's Mr. King as the Milkman in "Peeping Tom Came Too" He played the alcoholic in "Bathroom Frolics" and the bishop in "Kind of Blue" We never saw his face in "The Dirty Boat Race" with the Oxford and Cambridge Cox He was the one with a friend in "Third From The End" who never took off his socks Yes He's the Star of the Naughty Movies oh what a life he's lead On the fancy springs did all kinds of things He's the King of the king-sized bed Played Hell Hung Roger in "The Artful Lodger" and Brian in "Whips Ahoy" (Whips Ahoy) He was Wicked Keith in "Sex Without Teeth" the one with the vicar and the big blonde boy He played the lead in "She Stayed And Peeped" though his part was rather small (hoo) And it was tiny too in "The Girls Who..... Do" you could hardly even see it at all Yes He's the Star of the Dirty Movies and at night they film away When the morning comes he rejoins his chums a policeman during the day Yes He's the Star of the Sexy Movies with the first class tissy of shame When he's back on the beat he's kind of sleek a policeman during the day oh yeah "Evening all."

quinta-feira, 4 de julho de 2024

PORTUGAL 1975 - FOI ASSIM

Claro que é importante ter a sala cheia. Claro que os sucessos são melhores que os falhanços. Mas o melhor foi a emoção das palavras de Fausto Giaccone e de Paula Godinho, recordando os dias da Revolução. E a presença de pessoas do Couço.

A apresentação do livro "Portugal 1975" foi isto: um momento de celebração e presença do Povo no Panteão.



quarta-feira, 3 de julho de 2024

MEIO 2024

Três anos e três meses depois do meu início por estas bandas, foi este o estado das coisas no primeiro semestre de 2024 (com uma afluência de público a rondar os 85.000 visitantes).
Prevê-se um segundo semestre um pouco mais calmo. No final do ano, teremos, segundo a programação atual somado 40 iniciativas, uma média de uma cada nove dias.


22.1 – Iniciativa de homenagem das Embaixadas de França e da Alemanha de homenagem a Aristides de Sousa Mendes.

28.1 – 3º ciclo “Música no Panteão” – concerto por Pedro Santos.

19.2 – Início da gravação do programa “Visita Guiada”, difundido na RTP2 no dia 22.4.

25.2 – 3º ciclo “Música no Panteão” – concerto pelo Grupo Palazzo 1700.

10.3 – Encerramento da exposição “Modos de ver”: Alma de Lisboa, por Beatriz Lamanna.

14.3 – Exposição “Modos de ver”: Vanitas (MNAA).

14.3 – Inauguração da obra “Vanitas”, de Aryz (exposição na nave central).

15.3 – Gravação de videoclip da cantora iolanda, no âmbito do Festival Eurovisão 2024.

24.3 – 3º ciclo “Música no Panteão” – concerto Quarteto de Clarinetes de Lisboa.

27.3 – Colóquio “Escrevendo sobre a morte”, com Luís Afonso e Francisco Moita Flores.

14.4 – 3º ciclo “Música no Panteão” – concerto por Inês Cavalheiro.

18.4 – Celebração, em conjunto com o Mosteiro de São Vicente de Fora, do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.

20.4 – Dar Voz a Santa Engrácia – 10º. aniversário do cante alentejano como Património da Humanidade.

30.4 – Exposição documental “Aquilino Ribeiro e as suas paisagens literárias” (coro alto).

07.5 – Inauguração da exposição “Fausto Giaccone – o povo no Panteão” (sala de exposições temporárias).

19.5 – 3º ciclo “Música no Panteão” – concerto pelo Trio de António Carrilho

25.5 – Sessão de homenagem a Aquilino Ribeiro, promovida pelas Câmaras Municipais de Moimenta da Beira, de Paredes de Coura, de Sernancelhe e de Vila Nova de Paiva.

25.5. – Concerto pela Orquestra do Conservatório Regional de Música de Ferreirim.

28.5 – Apresentação do livro “Enquanto vamos sobrevivendo a esta doença fatal” (iniciativa promovida pela SERVILUSA).

05.6 – Apresentação os novos folhetos digitais do monumento.

08.6 – Geracante: 2ª. edição.

23.6 – 3º ciclo “Música no Panteão” – concerto

24.6 – Apresentação do livro “Sophia”, de José Manuel dos Santos (iniciativa conjunta com a Caixa Geral de Depósitos).

27.6 - Exposição "Panteão, um olhar", com a participação de alunos do Agrupamento de Escolas 4 de outubro.

27.6 - Exposição “Modos de ver”: Sardinhas no Panteão, iniciativa conjunta com a Lisboa Cultura.


terça-feira, 2 de julho de 2024

NOMES ÁRABES DE TERRAS ALENTEJANAS

Que nome tinham as terras da nossa região há 800 ou 900 anos? Como podemos saber isso? Que base temos para as informações? Já agora, que nomes se mantiveram e quais os que foram alterados? Um trabalho recente para a revista marroquina “Hesperis-Tamuda” deu-me ocasião para, a partir de fontes geográficas (ar-Razi, al-Idrisi, Ibn Hawqal), de algumas narrativas históricas (Ibn Idhari, Ibn Hayyan) e de trabalhos conhecidos de investigadores (Reinhardt Dozy, Cláudio Torres, Fernando Branco Correia, nomeadamente), tentar uma reconstituição das principais vias da região e de recapitular algumas hipóteses de trabalho.

Primeiro ponto, e repetindo um dado que faço sempre questão em recordar: Yelmaniah ou, pior..., al-Manijah não é Moura. Trata-se de um erro de interpretação, e de confusão criada há décadas, a partir do nome árabe de Juromenha: Julumaniah (o sítio surge mencionado, pelo menos, num texto de Ibn Arabi).

Depois, “vamos a contas”, em relação a um conjunto de pequenos sítios, e deixando de lado as mais que evidentes Baja > Beja e Yabura > Évora:

Moura – Trata-se do sítio mencionado nas fontes como Laqant, como parece evidente a partir dos materiais arqueológicos da Alta Idade Média (as estampilhas encontradas em Moura com o texto “Ecclesia Santa Maria Lacantensis”) e das referências nas fontes escritas que se reportam ao período emiral (séculos VIII-X). Que o nome se altere posteriormente não é caso único. Surge já como “Mura” num texto de Ibn al-Alfaradi. Essas mutações são admissíveis no contexto do que o malogrado Christophe Picard chamava “a renovação urbana”, que surge no final do emirado.

Serpa – Aqui o nome não muda mesmo. Era Shirba na época islâmica e assim se mantém, como Serpa, depois da Reconquista.

Pedrogão – Poderá ser, segundo a hipótese de Abdallah Khawli, o sítio de Riba Awtah (margem alta), junto ao Guadiana e perto de Beja, onde se travou a batalha de Ubadah Bitrushah. As palavras derivam do latim "oppidum petrosum (fortaleza pétrea) e poderão, os dois dados toponímicos, ser referência às margens do rio, naquela zona. A hipótese é plausível, até pela proximidade entre Petrosum > Bitrushah > Pedrogão.

Santo Aleixo (?) – É, com elevado grau de probabilidade, o sítio que corresponde às minas de prata de Totalica, referidas por ar-Razi. O nome vem da ribeira de Toutalga, ali bem perto. Pode também admitir-se que o topónimo não corresponda, em rigor, a um só local, mas sim a um território. Que se situaria, nesse caso, algures entre Santo Aleixo e Ficalho.

Monsaraz – É, sem dúvida, a Sharysh de al-Idrisi, que ficava junto ao Guadiana. Não só temos o microtopónimo Xarez/Xerez como a fortaleza de Monsaraz também tinha a sua torre de Salúquia (manteve-se, pelo menos, até ao século XV com esse nome: Fernão Lopes refere, na Crónica de D. João I, a porta da Çollorquia).

Cuncos – Corresponde, como demonstrou Fernando Branco Correia ao sítio de Fr(u)nksh, local referido no “Muqtbais II”. A confusão de leitura na letra inicial tem origem num erro de transcrição: as letras árabes a que correspondem os sons C e F são muito semelhantes graficamente. Uma simples falha na transcrição “transforma” essas letras. Daí a confusão, resolvida por aquele meu colega e amigo.

Alconchel – É, segundo, creio, o local que corresponde à alcaria de Ukasha, mencionado num dos périplos do al-Idrisi. Ou seja, a correspondência far-se-á lendo al-Ukasha > Alconchel.

O caminho faz-se caminhando. Ainda há poucos anos sítios como Laqant, Sharysh, Ubadah Bitrushah, Totalica, Ukasha, Fr(u)nksh estavam por resolver. Agora temos, pelos menos, explicações plausíveis. Que o tempo se encarregará de confirmar (ou não...).

Crónica em "A Planície".

A fotografia é do site do Hotel de Moura.

segunda-feira, 1 de julho de 2024

HÁ SARDINHAS NO PANTEÃO!

Como surgiu a ideia? De uma forma simples. Fomos buscar a todas as sardinhas dos concursos promovidos pela EGEAC as que tinham como tema o Panteão, ou onde era dado destaque ao monumento. Assim chegámos a cerca de três dezenas de sardinhas. Não chega a ser um cabaz, mas é muita sardinha. E são bonitas, por sinal.

Até outubro, as sardinhas dão um outro modo de ver o monumento.