Mostrar mensagens com a etiqueta bd. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bd. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 15 de junho de 2018
quinta-feira, 26 de abril de 2018
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
domingo, 5 de novembro de 2017
TURISTAS
Há pouco, jantando no Tamuje com o meu velho e querido amigo Youssef Khiara, tive de servir de intérprete a duas francesas. Uma queria saber o que eram salmonetes. Eu disse que achava que era "rouget". Não sabiam o que era. O amigo Ruas trouxe os peixes à mesa. Não ficaram lá muito convencidas, mas mandaram grelhar. Não falavam UMA só palavra de português. E que o esforço de se fazerem entender as deixava "fatigués". Nessas alturas só me lembro da cena da cozinha do restaurante e das recordações para turistas em Amici miei - atto II, mas não é coisa que se conte aqui...
No outro dia, dois franceses na casa dos 60 e de bicicleta, ar sportif, troçavam do comércio da vila e, em especial, do mercado municipal. Não tinham razão no que diziam, mas o pior era a sobranceria. Eis os turistas, na visão de João Abel Manta, em 1972. Mudou muita coisa? Muitíssima. Só não mudaram os complexos de superioridade de alguns turistas.
Etiquetas:
bd,
crónica dos dias que passam,
turismo
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
domingo, 4 de outubro de 2015
SLAPSTICK E MUSEUS
Não tem nada a ver com o dia de hoje. Muito menos o slapstick... São várias coisas de que gosto, de uma vez só: os desenhos animados, em especial os da Warner Bros., museus e pintura.
Os Looney Tunes são a escolha cinéfila da semana. No youtube há uma vasta escolha desta série genial. Não estão lá os mais de 1000 filmes produzidos, mas dá para passar um bom bocado.
sábado, 3 de outubro de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
AUDAX, MINURO E DITALCO
Exposição sobre Viriato na banda desenhada. Iniciativa do sempre ativo Carlos Rico. O Estado Novo usou e abusou da figura do irredutível lusitano, ao qual colou outro simpático mito, o de Sertório. Dos livros da escola primária ficara-me os nomes dos maus da fita: Audax, Minuro e Ditalco.
"Regressei" a Viriato muitos anos depois, por conselho de Susana Correia. Preparava eu a exposição Moura na época romana, em 1987, quando senti a necessidade de ler algo que me enquadrasse melhor naquele mundo. Sugeriu-me a leitura de A voz dos deuses, de João Aguiar (1943-2010). Resultou em pleno. A escrita envolvente de João Aguiar levou-me pelo tempo fora, acompanhando a saga de Viriato. Aquele trabalho histórico-literário foi inspirador. E levou-me, quando preparo exposições, a ler textos não-técnicos, mas relacionados com a temática de trabalho.
Dois dados, a que acho graça:
1. Viriato não seria dos Montes Hermínios, mas antes, e com toda a probabilidade, alentejano ou ribatejano;
2. Pastor, frugal e tal, mas casou com a filha de Astolpas, um rico proprietário.
Pois...
Etiquetas:
bd,
exposições,
livros e leituras
quinta-feira, 12 de março de 2015
REABILITAÇÃO URBANA? OU ARQUEOLOGIA E MUSEUS?
Vamos avançar para a terceira edição do Fórum 21. Tema: Reabilitação Urbana? Ou arqueologia e museus? Debate alargado com técnicos envolvidos em projetos concluídos, bem como noutros ainda em curso.
Que cidade temos?
Que cidade construímos?
Qual o papel do património no desenvolvimento cultural, social e económico de um sítio?
Que visão do espaço urbano tempos/queremos para o futuro?
Vai ser no dia 10 de abril. Entre as 9.30 e as 18.30. Quatro mesas-redondas, com cerca de 20 participantes.
Desenho: Sempé
Etiquetas:
arquitetura,
bd,
cidades,
museus,
património,
política - Moura
sábado, 28 de fevereiro de 2015
NÓS, OS LUSITANOS
Em "O domínio dos deuses", de Goscinny/Uderzo, os escravos de diferentes nacionalidades começam a cantar durante a realização de uma obra que, supostamente, devia ser silenciosa. Vão sendo dispensados. Às tantas...
Segundo li numa página da net (v. aqui), "existem diversas referências aos lusitanos, os quais são sempre baixinhos e educados, pois Uderzo disse que todo os portugueses que ele conhecera eram assim."
Exatamente. Cordiais, cumpridores, leais, trabalhadores, sossegados, etc. Uderzo interpretou isso muito bem. Merkel também...
Etiquetas:
bd,
crónica dos dias que passam,
política
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
GEORGES WOLINSKI (1934-2015)
Não há relativização possível para a barbárie de hoje. Nem contextualização que valha seja a quem for.
Homenagem ao humor desbragado e ao espírito de liberdade do Charlie Hebdo. E, do ponto de vista pessoal, homenagem a um dos meus desenhadores favoritos, o incontrolável Georges Wolinski. Um dos meus desenhos preferidos é o do relicário da Santa Gudula. Infelizmente não o encontrei. Mas esta paródia a Le radeau de la Méduse também não está mal.
sábado, 18 de janeiro de 2014
ESTA VIDA DE BOLSEIRO
As coisas já não estavam famosas, quando António Pires de Lima veio lançar um pouco de gasolina sobre o fogo. Disse não ser possível "alimentar um modelo que permita à
investigação e à ciência viverem no conforto de estar longe das empresas
e da vida real". O raciocínio é perigoso, pela sua estreita lógica utilitarista. Refere ainda que "uma boa parte da investigação é financiada por dinheiros públicos". Valeria a pena perguntar quanto é que as empresas investem em apoio à investigação. E qual o sentido da palavra "mecenato" para tais empresas...
O apoio à investigação é uma decisão política. Como o prova o trabalho de José Mariano Gago. Foi ele quem promoveu a verdadeira revolução que o nosso panorama científico conheceu durante o período em que dirigiu a JNICT (1986-1989) e durante o tempo em que esteve à frente do Ministério da Ciência (1995~2002 e 2005-2011).
Conheço, de perto, esta realidade. Fui bolseiro de curta duração em diversas ocasiões e pertenci, durante seis anos, aos painéis de avaliação de bolsas de doutoramento e pós-doutoramento da FCT. Fui docente universitário e continuo a pertencer, embora sem atividade de momento, a um centro de investigação, sedeado na Universidade de Coimbra. Pude constatar os avanços muito significativos que a nossa investigação conheceu ao longo das últimas décadas na área em que trabalho. O retrocesso que agora se vive tem muito mais a ver com perspetivas culturais e civilizacionais que com questões orçamentais. Que têm as costas largas e tudo justificam. Como podemos constatar pelas declarações do ministro Pires de Lima.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
OLIVEIRA DA FIGUEIRA
Post de homenagem a uma figura dos livros do Tintim, pela qual tenho especial apreço: o sr. Oliveira da Figueira. É, salvo erro, o único português que aparece naquelas aventuras.
O sr. Oliveira da Figueira é um "artista", capaz de vender gelo no Polo Norte. Da sua mala saem todos os artefactos, todas as ofertas e todas as promessas. Dificuldades? Essa palavra não existe no léxico fácil do sr. Oliveira da Figueira...
O que é engraçado é que, mais cedo ou mais tarde nas nossas vidas, acabamos por conhecer alguém assim.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
O REGRESSO DE LUÍS EURIPO
Ontem lembrei-me de Luís Euripo, o nome português de Big Ben Bolt.
Ao ver a atuação ao vivo do bloguista Pedro Lomba e o KO que aplicou, em direto, ao (agora) ex-Secretário de Estado Pais Jorge lembrei-me dos livros de quadradinhos dos dias de juventude.
Se eu fosse Secretário de Estado de Qualquer Coisa punha-me a pau com Pedro Lomba. Isso sim.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
RESTA-NOS O NONSENSE
Alguns dos meus amigos têm o hábito de me classificar como "obsessivo" com o trabalho. Um exagero, sem qualquer justificação, alimentado por duas ou três circunstâncias absolutamente fortuitas. Nos momentos de nonsense que se vivem, um engraçadinho enviou-me hoje esta SMS: "Santiago Macias entra em férias. Governo em pânico". Não há nada como o nonsense, de facto.
Desenho de Mordillo
sábado, 20 de abril de 2013
MOURA - FEIRA DO LIVRO E SALÃO MOURA BD
Razões de ordem profissional fazem com que "apanhe" a 33ª edição da Feira do Livro e o 18º Salão Moura BD só no dia 24. Ainda vou a tempo e até já encomendei um livro por SMS. Estamos juntos. A programação, intensa e de qualidade (ou vasta, ampla e diversificada, como diz um amigo meu), pode ser consultada no blogue de Zélia Parreira (v. aqui).
Etiquetas:
bd,
livros e leituras,
política - Moura
domingo, 3 de fevereiro de 2013
O BPN? QUAL BPN? O QUE DIABO É O BPN?
No jornal Público:
Esta ligação [de Franquelim Alves] ao BPN levou o PCP a afirmar que esperava que Cavaco
recusasse empossar o novo secretário de Estado. A justificação?
Franquelim Alves omitiu a sua passagem pelo grupo SLN/BPN e as
imparidades no Banco Insular - no currículo oficial divulgado pelo
Governo não consta qualquer referência a essas funções. O deputado
comunista Honório Novo lembrou que Franquelim Alves foi administrador do
grupo sob as lideranças de Oliveira e Costa e Abdul Vakil. "Durante a
primeira comissão parlamentar de inquérito sobre o BPN, ficou patente
que Franquelim Alves conhecia no princípio de 2008 tudo o que dizia
respeito ao Banco Insular", até "um volume significativo de imparidades e
de actos irregulares de gestão no grupo BPN/SLN", justificou Honório
Novo citado pela Lusa. "Por isso, o PCP considera que uma pessoa desta
natureza e com este currículo - que Franquelim Alves omite na sua folha
oficial de apresentação do seu passado - dificilmente poderá ser
indigitado como secretário de Estado de um Governo do nosso país",
argumentou.
Fontes governamentais insistem que não senhor, que não há nada a dizer. Esta cena da nomeação de Franquelim Alves faz lembrar aquela tirada do velho militar corrupto do Astérix na Córsega. Que ao ser interpelado por um subalterno, que detetou uma situação estranha, responde: "Aquilo tudo, o quê? Chega um barco, três tipos saltam do barco, que fica deserto e explode. Outros tipos chegam a nado. Tudo isto é banal. Nem sequer há com que fazer um relatório".
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
PRIMEIRAS LEITURAS: MAJOR ALVEGA
Nunca fui um grande leitor de BD. Embora goste de BD e tenha gostos heterodoxos. Os livros de cobóis nunca me tentaram. Mas nos tempos da escola primária lia as aventuras do Major Alvega e as de Luís Euripo. Em particular, as do grande aviador luso-britânico (um achado da censura, esta ideia de aportuguesamento dos nomes) entusiasmavam-me, com os seus combates quase sempre vencedores.
O meu fornecedor era o Chico, um pouco mais velho e que morava na rua de cima (a Vasco da Gama). Coisas de há 40 anos, nos tempos em que a rua de cima não tinha trânsito automóvel. Ninguém tinha carro e, mesmo que tivesse, as valas a céu aberto não permitiriam a passagem. Hoje há quem quase negue que o bairro era assim...
Perdi o contacto do Chico há muitos anos. Mas agradeço-lhe sempre, mesmo sem ele saber, o empréstimo dos livros do Major Alvega.
Imagem original em:
http://fmpsinogau.blogspot.pt/2008/08/blog-post_24.html
Perdi o contacto do Chico há muitos anos. Mas agradeço-lhe sempre, mesmo sem ele saber, o empréstimo dos livros do Major Alvega.
Imagem original em:
http://fmpsinogau.blogspot.pt/2008/08/blog-post_24.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)
































