Estas placas toponímicas, assim repetidas, sempre me fizeram lembrar qualquer coisa. Há dias, fez-se(-me) luz: Astérix na Helvécia!
A Rua Óscar Lopes fica na Buraca, concelho da Amadora.
Estas placas toponímicas, assim repetidas, sempre me fizeram lembrar qualquer coisa. Há dias, fez-se(-me) luz: Astérix na Helvécia!
A Rua Óscar Lopes fica na Buraca, concelho da Amadora.
Foi com surpresa e entusiasmo que recebi a notícia desta tradução. Afinal, o mirandês é a segunda língua oficial do nosso Pais. Não o falo, claro, embora o leia sem qualquer problema. Como também sou fã dos livros do Tintim isso deu-me cá uma ideia...
Pantanas é a palavra certa para definir o que se vive na Saúde. Algo vai muito mal num País em que as urgências são tema recorrente nas notícias. Cada dia há um coelho tirado da cartola: inteligência artificial, telecoisas, reformas e mais reformas, reprogramações, novidades no INEM, ambulâncias entregues aos privados, etc.
Soluções e progressos é que nem por isso... Valha-nos Claude Serre (1938-1998), que era genial.
Sai hoje o 41º. álbum de Astérix. Os primeiros 24 foram produzidos por René Goscinny (1926-1977) e por Albert Uderzo (1927-2020). O último dessa série - Astérix entre os belgas - estava a ser concebido quando Goscinny faleceu. Tornou-se então evidente que o grande génio criador era ele. Desde então saíram mais 16 livros, a que se juntará Astérix na Lusitânia. Os livros não são maus - muito longe disso, caramba -, mas o punch que Goscinny lhe dava já não existe.
Veja-se a forma como ele nos caracterizou em "O domínio dos deuses". Hoje isso não era possível, credo!, que coisa tão enxovalhante e não inclusiva...
Eles até são a favor de uma sociedade sem classes. Exceto a deles.
Que pena que El Perich já não esteja entre nós...