Escolhi doze momentos, quase só da área profissional, que foram os mais marcantes de 2025. Um ano razoavelmente sossegado, apesar de tudo.
8.1 - Honras de Panteão a Eça de Queiroz. Um dia solene, que marcou o final de um longo processo.
22.1 - Guerra Junqueiro. Inauguração da exposição sobre o gosto pela Arte, que o escritor cultivou.
23.1 - Nossa Senhora das Salas. Num mês já bastante cheio, ainda teve lugar mais uma inauguração. O esplendoroso Tesouro de Nossa Senhora das Salas ficou, durante vários meses, patente ao público no Coro Alto do monumento.
10.5 - Panteão Digital. Depois de vários ensaios, ficaram disponíveis em oito línguas os folhetos digitais - que podem ser descarregados através de um código QR - do Panteão. Uma aposta que permite economizar 170.000 folhetos por ano e umas centenas de árvores.
25.5 - Vias do Garb. Apresentação, no Festival Islâmico de Mértola, de um pequeno ensaio (versões em português e em árabe) sobre os caminhos utilizados no período islâmico.
28.5 - Ana Benedita. Apresentação, primeiro na Feira do Livro de Moura, depois na de Lisboa, do trabalho de Ana Benedita sobre as mulheres do sul e o seu envolvimento no processo da Reforma Agrária.
19.6 - Gibraleón. A não-viagem do ano. Um passeio à antiga Jabal Uyun para se constatar que os monumentos da vila (quatro igrejas e o castelo) estavam todos encerrados ao público. Uma experiência a repetir em 2026.
2.7 - Cabo Verde. Convite para a sessão solene dos 50 anos da independência de Cabo Verde. Um momento especial.
22.8 - Diário de Notícias. Entrevista, com grande destaque, sobre o Panteão Nacional.
21.9 - Coruche. Passeio a Coruche, para ver, no Museu Municipal, a exposição fotográfica de Fausto Giaccone. Um projeto do Panteão Nacional que regressou às origens.
30.10 - Dia dos Mortos. Muito rapidamente se montou, em colaboração com a Embaixada do México, um altar de homenagem a Amália Rodrigues e a Cantinflas. Um momento fora da caixa e de grande impacto.
4.11 - Entrevista. Um projeto de Luísa da Rocha Baptista sobre o pintor Moita Macedo. Coube-me explicar, numa longa conversa, a minha relação com o pintor e o processo de "fabrico" de um documentário, iniciado em finais de 1980 e terminado no verão de 2013.
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