Houve uma tempestade. Dura e com coisas imprevisíveis.
O pior veio depois. E o pior dura até hoje. Falhas nas comunicações. Ausências de responsáveis no terreno. Impreparação. Inexistente logística. Descoordenação. "Explicações" inenarráveis (do Secretário de Estado da Proteção Civil). Os problemas entregues "aos de sempre": Câmaras, Juntas, Bombeiros, Populações.
Insuficiências conhecidas e explicadas no outro dia, na televisão, por um bombeiro. O que aconteceu foi o que se esperava: o CAOS.
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