Uma fantástica peça no Museu de Silves - quase avant-garde ao jeito ao século XI, com todo o seu matemático geometrismo - levou-me direto a este poema:
O binómio de Newton é tão belo como a Vénus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso.
óóóó — óóóóóóóóó — óóóóóóóóóóóóóóó
(O vento lá fora).
1 comentário:
Magnífica
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