Os edifícios e as praças dos sítios são sempre o grande apelo. Fui à Síria depois de ver as colunas de Palmiyra num museu belga. Quis ir a Argel depois de ver as ruas da cidade num filme de Costa-Gavras. E Bolama foi o destino, depois de uma "misteriosa" fotografia de um edifício colonial, localizada algures.
Na lista, será cumprida?, ainda estão Tombuctu, Ghardaia e Ghadames.
Agora é (será? seria?) Bafatá. Esta é a extraordinária fachada, de revivalismo neo-árabe, do mercado da cidade.
Bafatá fica 100 quilómetros a oriente de Bissau, na confluência dos rios Geba e Campossa.
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