Uma brisa fresca soava acima do Douro, mas sem termos chegado ao Rio Minho. Granito, espigueiros, ardósia e muros de pedra ladeando azinhagas. Outro País, diferente do meu. Mas que não me pertence menos.
Rapidamente, no Porto, dei-me conta que a cidade (ainda) não perdeu a alma. Algo que Lisboa já teve e já não tem.
O Portugal Atlântico é a metade de cima do meu País.
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