Foi uma escolha declaradamente pessoal. Refiro-me ao convite feito a Inês d'Orey para fotografar o Panteão Nacional. Quase parece contraditório que uma artista por vezes tão despojadamente "nipónica" seja desafiada a abordar o barroco e o neo-barroco do monumento.
O interesse da proposta está aí. E acredito num grande resultado final.
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