Ouroboros na minha vida.
Regresso às origens e "retomo" a Arte Islâmica. Com tudo o que esta designação tem de "equívoco". Esse será o tópico das aulas no próximo ano letivo.
Ouroboros na minha vida.
Regresso às origens e "retomo" a Arte Islâmica. Com tudo o que esta designação tem de "equívoco". Esse será o tópico das aulas no próximo ano letivo.
O cenário é "antigo". O google maps mostra esta casa assim, já em agosto de 2022. Eram 17:00 em ponto do dia 23 quando esta ruína, na Rua Capitão Leitão, na Parede, me chamou a atenção. Sempre tive um especial fascínio por casas abandonadas, por interiores-fachada-às-avessas e por sítios que outrora tiveram vida e foram sítios animados. E fica sempre a pergunta: "o que terá acontecido?". Já um dia visto, uma casa onde vivi.
Aqui bem perto (270 metros, em linha reta, a partir do Panteão), na Rua Leite de Vasconcelos. Uma máscara algo sínica.
Aula de segunda-feira, dia 24, na mesquita central de Lisboa. Um pouco antes da quarta oração do dia Com o particular privilégio de ter como guia o bem humorado e cordialíssimo sheik David Munir. Poucos alunos, cerca de 50% dos que costumam ir às aulas. Eis algo que me intriga profundamente. Nao temos de estar fechados nas salas? Certo. Devemos escapar à lógica de debitar matéria? Ainda mais certo. Então...
Este sítio foi, há dias, tema de conversa.
A inauguração, na Amareleja, teve lugar há 10 anos, precisamente. Um dia inesquecível. As centenas de pessoas que encheram o pavilhão deram-me ânimo para continuar com um ritmo de trabalho que era/foi intenso.
Tal como intensa tem sido a utilização do sítio.
Na fotografia, da esquerda para a direita: José Pós-de-Mina (Presidente da Câmara 1997-2013), eu, Manuel Ramalho (Presidente da Junta 2001-2009) e Victor Mestre (autor do projeto).
Uma década volvida tenho a certeza que, ao avançar, tomámos a decisão certa. E continuo com a convicção que o projeto deveria ter prosseguido e sido concluído.