
sábado, 10 de outubro de 2009
CDU-MOURA VI: PELAS RUAS DA CIDADE

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
SOBRAL DA ADIÇA: A VERDADE DA VERDADE

quarta-feira, 7 de outubro de 2009
SONDAGEM AUTÁRQUICAS - RÁDIO PLANÍCIE
CDU-MOURA V: AMARELEJA
VINHOS DA AMARELEJA
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Ao longo destes anos, e designadamente através do acompanhamento à organização da Feira da Vinha e do Vinho, pude aprender e/ou confirmar algumas coisas sobre a Amareleja:
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1. Os amarelejenses têm espírito de iniciativa;
2. Os amarelejenses são orgulhosos (têm orgulho na sua terra e têm um marcado espírito de independência);
3. Os amarelejenses são tendencialmente individualistas e gostam de mostrar aquilo que de que são capazes (o que faz com que aparecem em número elevado em iniciativas como a Feira da Vinha e do Vinho);
4. Os amarelejenses produzem vinhos de grande qualidade;
5. Os amarelejenses gostam de estar na linha da frente (o que faz com que adiram às mais modernas tecnologias).
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Depois disto, só me falta - espero consegui-lo no próximom mandato - contrariar aquela ideia feita segundo a qual na Amareleja não é possível fazer uma associação de produtores. O desafio foi lançado na última Feira da Vinha e do Vinho. É dossiê a retomar em breve e resume-se na seguinte ideia chave: uma associação vitivinícola sedeada na Amareleja defenderia melhor os produtores da freguesia e os do concelho.
PROFESSORA JACINTA
Durante uma parte importante das nossas vidas fomos alunos da Professora Jacinta. As regras eram claras e simples:
Durante quatro anos usaríamos uma bata azul, que teria letras bordadas do lado esquerdo, cuja cor mudaria consoante o ano que frequentávamos;
Durante quatro anos faríamos cópias e ditados, contas e leituras, redacções e tabuadas; uma palavra errada num ditado era um erro, um acento fora do sítio valia um quarto de erro. Era coisa rara que um aluno tivesse mais que dois erros num extenso ditado. Um quase milagre de origem divina nos dias de hoje, uma fonte de arrelias para a Professora Jacinta cujo objectivo era poder dizer “nenhum erro no ditado”;
Durante quatro anos seríamos obrigados a aprender, a fazer trabalhos de casa e a, em cada dia e sem descanso nem retrocesso, a melhorar;
Durante quatro anos ensinou-nos o sentido profundo das palavras de Séneca que, há quase dois mil anos dizia “a ignorância é a causa do medo”. E assim a senhora nos foi combatendo a ignorância e o medo. E despertou em nós a vontade de sabermos mais. E de sabermos mais e melhor.
O ambiente que a Professora Jacinta impunha nada tinha de medo, temor ou receio, muito pelo contrário. Aquilo que, enquanto alunos sentíamos era simples: teríamos de ser cada vez mais perfeitos, teríamos de nos superar um dia após outro e outro. Treinávamos as provas e os exames uma vez e outra, como os maestros ensaiam afincadamente as suas orquestras. Por isso não esquecemos o ar de orgulho com que a Professora Jacinta constatava que as suas raparigas e os seus rapazes se tinham saído muito bem naquele dia e, por norma, ficavam bem à frente de outras escolas.
Quando hoje olhamos para trás, e esse para trás começa a ter mais anos do que gostaríamos, ficamos contentes porque a Professora Jacinta nos punha a ler poesia e a dramatizar textos. No nosso ano lemos um livro inesquecível, A menina gotinha de água, de Papiniano Carlos. Noutros anos estou certo que se leram outros textos inesquecíveis. Foi aí que começámos a amar as palavras e a poesia.
Foi nesses anos que nos foram incutidas regras simples e precisas: a importância da pontualidade, a obrigatoriedade de cumprir os deveres, a necessidade de fazermos o nosso trabalho bem feito. E muitas outras normas de ética que a Professora Jacinta queria que nos ficassem para todo o sempre. E que creio que ficaram.
Um belo dia chegou o exame da quarta classe. A vida ia mudar para todos nós. No nosso caso – o da turma 1969/1973 – isso aconteceu no dia 5 de Julho de 1973. O exame da quarta classe era coisa séria. Tínhamos sido devidamente instruídos. Desde o dobrar do papel da prova até à forma de responder aos examinadores tudo era preparado ao mais ínfimo pormenor. Nunca mais tal esquecemos, porque esse exemplo o repetimos vezes sem conta ao longo da vida.
Na escola da Professora Jacinta não havia computadores Magalhães e não se ensinava inglês. A Professora Jacinta limitava-se, coisa se calhar banal, a ensinar a ler e a escrever correctamente numa língua antiga chamada Português. E havia também outra coisa, essa muito menos banal, que era o amor pelo ensino e pelos seus alunos. Essa não tem preço e não há nada na Terra que a pague. Estamos, portanto, perante uma situação difícil, que talvez o seu filho Jorge possa enquadrar num capítulo da Ciência Económica. Temos uma dívida para consigo, sendo que dela nunca nos pediu contas, nós não sabemos qual o montante, nem sabemos como lhe pagar.
Fiquemos, portanto, pela certeza que foi para todos nós, e para os muitos outros que hoje aqui não puderam estar fisicamente, uma época importante e decisiva das nossas vidas o termos sido seus alunos no Externato Júlio Dinis. Que esses dias e essa aprendizagem não ficaram lá atrás no passado e que nos acompanham e acompanharão em todos os dias da nossa vida. E que é para todos nós um motivo de imenso orgulho termos sido e continuarmos a ser alunos da Professora Jacinta.
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Texto lido no almoço de homenagem à Professora Jacinta da Conceição Acabado Oliveira Pinto (em 21.12.2008). Publicado em A Planície de 1 de Janeiro de 2009.
PARA O SÃO TOMÉ DAS 16:56
Percebo a sua preocupação, deixe-me que lhe diga.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
SÍMBOLOS DE PORTUGAL

Fernão de Magalhães (1480-1521) foi um grande navegador português. Devemos-lhe a primeira viagem de circum-navegação. O seu nome foi, infelizmente, atribuído a um produto de junk food da informática.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
CDU-MOURA IV: SANTO AMADOR
MONTY PYTHON - OS PRIMEIROS QUARENTA ANOS
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O humor daquele grupo de seis criadores (cinco actores britânicos, Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones, e um desenhador americano, Terry Gilliam, autor das delirantes animações dos programas) originou séries de televisão, programas teatrais e filmes. E tornou a forma de rir muito diferente do que era. Herman José e os Gato Fedorento devem-lhe o essencial daquilo que são...
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Os Monty Python não se definem. Como definir a anarquia ou o mais completo nonsense? Qual a lógica de histórias como a da piada mortal, a das formas de não ser visto, a do papagaio morto ou a da fabulosa candidatura do sr. Hilter no círculo eleitoral de Minehead? Poderão não ter lógica, mas marcaram o imaginário de sucessivas gerações. Já agora, a popular expressão spam tem origem num sketch dos Monty Python. E esta?
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A primeira série passou na RTP 1, em 1973 ou 1974.
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Salvo erro da minha parte, a música que se ouve é de John Philip Sousa (1854-1932), músico americano de ascendência portuguesa.
SEVILLA III - FLAMENCO

De cima para baixo: uma extraordinária fotografia de David George (1938-2003) na Feira de Sevilha de 1967; Manolito de la María, fotografado em Alcalá de Guadaira, em 1963, por George Krause (n. 1937) .
Hay juego
Hay baile
Hay compás
Hay seducción
Hay roneo
Hay olivos
Vejam, por favor, http://www.flamencoproject.com/
domingo, 4 de outubro de 2009
MARIA ANTÓNIA
ENTRE O LARANJA E O VERMELHO
NUM BLOGUE PERTO DE SI...
Quinta-feira, 01.10.09
Eu cá sou gajo de uma terra só...
Cartaz do PS em Moura: "Quem ama a sua terra, vota PS". E quem não vota PS, ama a terra dos outros?
OUTRAS IGREJAS
CDU-MOURA II: SOBRAL DA ADIÇA
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CHESTER BRUMMEL

Em homenagem ao Chester Brummel, à sua paixão por Portugal e, em especial, por Mértola, aqui deixo esta Athènes, T[emple] de J[upiter] olympien pris de l'est (1842), de Joseph-Philibert Girault de Prangey (1804-1892). Foi vendida por 922.488 USD, num leilão, em 2003. É a sétima fotografia mais cara do mundo.
Site da Beira-Rio (hoje uma residencial): http://www.beirario.pt/
E vale a pena espreitar o site do Worcester Art Museum, que tem uma colecção de fazer inveja aos nossos museus nacionais: http://www.worcesterart.org/
sábado, 3 de outubro de 2009
BAR-IGLESIA EN TOLEDO
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