quarta-feira, 8 de abril de 2020

MOMENTO DAVID LYNCH, PELA MANHÃ

Enquanto trabalhava, a caixa, cheia de papéis, tomou contornos lynchianos. Era um coelho, tão absurdo como o grupo de Inland empire. Desmontei metade da cozinha, para o fotografar. Voltei depois à lenta revisão de um livro.

Contas à reclusão: vamos no 22º. dia.


CINEMA DE REPRISE

Agora, que o tempo é mais longo, que trabalho de forma mais concentrada e mais horas (!), porque nada mais há para fazer, vou olhando as redes sociais - os conteúdos para as ditas é coisa que faz parte do meu trabalho - e retomando o Instagram. Ontem, pus lá uma curta-metragem, do ano de 2015.

Um amigo, que está na Arábia Saudita, mandou esta mensagem "este filme está qualquer coisa de espectacular". É sempre bom saber que houve 1 (uma) pessoa que gostou do filme.

Foi então que me lembrei dos cinemas de reprise, uma memória arqueológica de uma coisa que durou, em Lisboa, até final dos anos 70. Havia cinemas de estreia - onde os filmes estavam três ou quatro semanas, por vezes muito mais (Emmanuelle, um porno softcore sem qualquer interesse, segundo ouvi dizer, esteve um ano em exibição no Avis, com três sessões diárias...). Os filmes passavam depois, numa segunda fase, para os cinemas de reprise. A maior parte deles já desapareceu. Recordo o Paris (em ruínas, na Rua Domingos Sequeira), o Europa (hoje biblioteca e espaço cultural, na Rua Francisco Metrass), o Cinearte (hoje sede de um grupo teatral, no Largo de Santos), o Restelo (na Av. da Torre de Belém, substituído por um super-mercado), o Promotora (atual videoteca da Câmara Municipal de Lisboa) etc.

Portanto, em jeito de reprise, e com um abraço para as bandas do Golfo Pérsico, aqui vai:

terça-feira, 7 de abril de 2020

CÉU PORTUGUÊS

Era esta a visão do nosso céu, às 23:36 de ontem (site - https://www.flightradar24.com). Um céu sem aviões no ar. As ruas e as estradas sem carros. E a vila de Mértola em silêncio.

Num mês, o mundo, e com eles as nossas vidas, mudou. E não, não vai ficar tudo bem. A ressaca será longa.

Entretanto, a Natureza recupera. Nem tudo se perde.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

E AO 20º DIA...

À hora do almoço comecei a trautear uma música, cuja letra diz, em certa altura "hey mano / estás em grande". Antes de ouvir a ameaça de ir parar a Rilhafoles, jurei que a música existia. E avancei o ano de 1981/1982. Ante o descrédito geral, bem entendido.

Só agora tive tempo de confirmar  É claro que existe. É de autoria de Fernando Correia Marques, who else?

domingo, 5 de abril de 2020

sábado, 4 de abril de 2020

GANGSTERISMO - EM VERSÃO POLITICA INTERNACIONAL

No Guardian, insuspeito de filocomunismo:About 200,000 N95 masks were diverted to the US as they were being transferred between planes in Thailand, according to the Berlin authorities who said they had ordered the masks for the police force.Andreas Geisel, the interior minister for Berlin state, described the diversion as “an act of modern piracy” and appealed to the German government to demand Washington conform to international trading rules. “This is no way to treat trans-Atlantic partners,” Geisel said. “Even in times of global crisis there should be no wild west methods.”

No Público, igualmente insuspeito de tais tentações:Turquia bloqueia avião com ventiladores comprados por Espanha para reforçar o próprio sistema de saúdeCentenas de ventiladores foram comprados à China pelas autoridades espanholas para reforçar os meios disponíveis em alguns hospitais. Os aparelhos, que deviam ter chegado no passado sábado, ainda não saíram da Turquia, que diz que a prioridade são os seus pacientes e que os enviará “dentro de algumas semanas” a Espanha.

Em suma, lemos nós, o gangsterismo, o salve-se quem puder (e a antecâmara do caos) ao vivo e à nossa frente.

Double Elvis, por Andy Warhol (1963)

sexta-feira, 3 de abril de 2020

DUARTE DARMAS - DIA 5 (17 HORAS)

O endereço ao qual é necessário aceder é este, para uma conversa (com imagens, desenhos e fotografias), em direto e ao vivo:

https://us04web.zoom.us/j/708675946?pwd=SXNXbUJMbmtISXkvQVBaNmRCTWdudz09

Dia 5, domingo
17 horas
Duração - 20 a 25 minutos.

Moura era assim em 1510. O que ficou da vila de então?


E AGORA, MAIS DIFÍCIL AINDA...

Diziam isso, antigamente, nos espetáculos, quando um acrobata executava um número arriscado. Parte da tarde de hoje foi ocupada com um júri de tese de mestrado. Num registo inédito, com presenças muito distantes, fisicamente. Acabou por se divertido. Aquele ritual do "entra o candidato", "entra o público", "agora o júri vai reunir numa sala à parte", foi cumprido. Havia salas virtuais e houve até, no final, uma fotografia de família, em versão printscreen.

Coube-me a parte menos "simpática" (ser arguente da tese), mas tudo se passou bem. Pormenor importante: a candidata, Zabya Abo Aljadayel, estava a prestar provas a partir de Masyaf, na Síria. A 3.915 quilómetros de Mértola. O tema do trabalho, Fatimid material culture in Al-Andalus: presences and influences of Egypt in Al-Andalus between the Xth and the XIIth centuries A.D. é um ponto de partida. O caminho, para a Zabya, está agora a começar.

Da esquerda para a direita:
Susana Gómez-Martínez (diretora da tese), o autor do blogue e Catarina Tente, da FCSH (linha de cima)
Francisco Caramelo (presidente do júri e diretor da FCSH) e Zabya Abo Aljadayel (linha de baixo)

quinta-feira, 2 de abril de 2020

ORQUESTRA GERAÇÃO

Tomei, há pouco, conhecimento da ORQUESTRA GERAÇÃO. "Sabe o que é a Orquestra Geração?", perguntou o meu interlocutor, ao telefone. Admiti que não. Nunca de tal tinha ouvido falar. A curiosidade, depois, levou-me a uma breve pesquisa. Não sei explicar bem porquê, mas a minha ignorância encheu-me de vergonha. Corei na solidão da sala.

História no site da orquestra:
No início do ano letivo de 2007/2008, fruto de uma conversa entre o Dr. Jorge Miranda (Câmara Municipal da Amadora) e o Dr. António Wagner Diniz presidente do Conselho de Gestão do Conservatório Nacional, tomou-se a decisão de acrescentar ao projeto Geração já implantado no bairro da Boba (Concelho da Amadora), uma orquestra que aplicasse em Portugal o Sistema de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela. Este sistema visa essencialmente dar um apoio social a crianças e jovens oriundos de bairros ditos difíceis, onde impera a marginalidade e o tecido familiar é muito frágil, e tem como objetivo através da prática intensiva de orquestra (trabalho de conjunto por excelência) integrar as crianças ou jovens na sociedade, aumentando-lhes a auto estima e o respeito pelo outro, de forma a se atingir um desenvolvimento harmonioso da sua personalidade e combater o absentismo escolar, a saída para a marginalidade, enfim a desnaturação da personalidade do ente intervencionado. O projeto Orquestra Geração tem revestido em Portugal um papel igualmente importante na aproximação e motivação das famílias dos alunos, no sentido de se integrarem progressivamente nas atividades da orquestra, contribuindo para o alargamento do espectro de ação do mesmo, motivando e responsabilizando todo o agregado familiar na obtenção dos resultados por nós idealizados.

O melhor é ir ao site: http://orquestra.geracao.aml.pt. Melhor ainda é ver e ouvir o que estes miúdos são capazes de fazer:


quarta-feira, 1 de abril de 2020

MOURA - PATRIMÓNIO HISTÓRICO NA NET (1)

No próximo domingo, 5 de abril, às 17 horas, farei a primeira de uma série de quatro apresentações sobre o património histórico do concelho, a partir da plataforma zoom.

Cada apresentação terá uma duração aproximada de 30 minutos, podendo depois quem estiver a assistir fazer perguntas, se assim o desejar. No final da semana darei indicações sobre o endereço na net ao qual se terá de aceder. Gratuitamente, como é óbvio.

Tema da primeira conversa: QUE MOURA VIU DUARTE DARMAS QUANDO ESTEVE NA NOSSA TERRA EM 1510. Será uma leitura do espaço urbano, e dos seus principais edifícios, comparando-se com o que existe na atualidade.

E, antes que alguém pergunte, NÃO, isto não é nenhuma brincadeira de 1 de abril.

terça-feira, 31 de março de 2020

O CHARUTO AMERICANO

O meu amigo entrou numa loja de charutos caros, em Nova Iorque. Barba por fazer, vestido com uma t-shirt dos Marretas e com um chapéu do Crocodilo Dundee. Os clientes da loja tinham pinta de executivos, fancy grey suits and all that stuff... A Cohiba, please, ousou pedir. O empregado quase não o deixou fazer o pedido For you is the next store, on the other side of the street. Põe-te a mexer, como nós diríamos por cá. Até podes ter dinheiro, mas não tens pinta para entrar aqui. Como na cena do Pretty woman, em que ela quer comprar roupa e a põem na rua.

O charuto explica muita coisa. Mesmo tendo dinheiro não se está garantido. Sem dinheiro então, no way... Quando o presidente do país mais poderoso do planeta não tem um sistema de saúde público digno desse nome e  diz que esperar 100.000 mortes será um very good job está tudo explicado. A imagem de Los Angeles (não é o Haiti, em baixo, mas sim South Central) dá uma antevisão do que podem ser as próximas semanas. Oxalá me engane. Oxalá mesmo.


segunda-feira, 30 de março de 2020

SIRONI EM MÉRTOLA

Quando era pequeno, detestava os documentários televisivos sobre museus. Todas aquelas salas vazias, todas aquelas estátuas mortas. E a voz do locutor, mais morta que as estátuas. Quando aquilo começava, desligava o televisor. Tal como não gostava de olhas para quadros sem gente. De Chirico fazia-me medo e passava rapidamente a página da "Enciclopédia Verbo Juvenil" onde estava a sua tela.

Ontem à noite, tive de ir ao multibanco. Por ausência de opção, tive mesmo de ir. Foram, ao todo, 300 metros passeando dentro de um quadro de De Chirico ou de Sironi. O mais impressionante foi o silêncio total que desabou sobre Mértola.

Já o silêncio não é de oiro: é de cristal; 
redoma de cristal este silêncio imposto. 
Que lívido museu! Velado, sepulcral. 
Ai de quem se atrever a mostrar bem o rosto! 

Um hálito de medo embaciando o vidrado 
dá-nos um estranho ar de fantasmas ou fetos. 
Na silente armadura, e sobre si fechado, 
ninguém sonha sequer sonhar sonhos completos. 

Tão mal consegue o luar insinuar-se em nós 
que a própria voz do mar segue o risco de um disco... 
Não cessa de tocar; não cessa a sua voz. 
Mas já ninguém pretende exp'rimentar-lhe o risco!

David Mourão-Ferreira

Mario Sironi

domingo, 29 de março de 2020

O BEATÍFICO MUNDO DOS PRIVADOS: PADARIA PORTUGUESA

Não tenho qualquer pequena (ou grande) raiva esquerdista contra a iniciativa privada. Ao contrário, valorizo as iniciativas empresariais. "Agradeço" é que paguem os impostos em Portugal e que não me preguem sermões sobre a portugalidade.

Dito isto, pareceu-me interessante, de início, o conceito da padaria portuguesa. Passei pelos estabelecimentos um par de vezes. Não achei o serviço nada de especial, na lógica fast-food de cafés e pastéis de nata. E não gosto de tratamentos impessoais.

Deixei de entrar nas padarias, depois de uma entrevista ao líder da empresa, onde li coisas como:

Criamos um espírito de equipa que vale muito mais do que a remuneração base.

Fazemos investimento a sério nas pessoas: uma vez por ano juntamos todos os trabalhadores num arraial de verão e fechamos as lojas mais cedo.

Cada vez que nasce um bebé, oferecemos um creme e um babygrow e escrevo um postal de aniversário personalizado a cada um dos trabalhadores.

Lembrei-me de uma conversa tida, há uns anos, com o diretor de um museu nacional, que pediu apoio mecenático a uma determinada empresa. A qual respondeu que todos os anos dava um capaz no Natal às aldeias SOS. A lógica é a mesma. E explica muito coisa portuguesa. Padaria ou não.

sábado, 28 de março de 2020

ZOOM

Foi um recurso muito popular em determinada altura (anos 60, em particular). Nunca gostei especialmente de zooms nem de panorâmicas. Menos ainda, horror!, da prática de alguns cineastas italianos de rematar uma panorâmica com um zoom. Por vezes, justifica-se como forma de acentuar o dramatismo de uma sequência. A maior parte das vezes é dispensável. Resulta melhor, assim me parece, o uso de planos fixos. Ou os planos sequência em que a visão do espectador acompanha, em paralelo, a ação. Como na cena da piscina, de "Nostalgia" (Tarkovsky), que até finaliza com um zoom, mas que ali faz sentido...

A que propósito vem isto? É que, desprezando tanto eu o zoom, agora dependo dele quase em permanência.

Reuniões diárias (duas, três...) via zoom.
Aulas do mestrado dadas por zoom.
Reuniões de um projeto em curso com recurso ao zoom.

Como "zoomar"? https://zoom.us

Travelling em "Taxi driver"

sexta-feira, 27 de março de 2020

A MOURARIA DE MOURA NO "DIÁRIO DO ALENTEJO"

Texto sobre o livro que a pandemia "congelou". Sai hoje no Diário do Alentejo. No meio da pouca normalidade destes dias, a cada minuto se tenta recuperar, tanto quanto possível, um quotidiano que se perdeu. E que, temo, não voltará tão depressa. De qualquer maneira, o trabalho de Carlos Lopes Pereira dá mais um empurrão ao trabalho de investigação em curso, ao divulgar a investigação que tem sido feita.

Moura é tema de outros estudos em curso.“Stvdia Historica & Archaeologica – Ossa Islamica”, anunciado no início deste mês, arranca agora. Mais depressa do se pensava, por força das "limitações físicas" por que passamos.


quinta-feira, 26 de março de 2020

LIVROS, RECLUSÃO, AS CONTAS DO DIA E ROMA!

Enquanto não chega o sol, e ele um dia brilhará para todos nós, vou preparando textos, editando textos, escrevendo, e deitando contas aos dias.

Entre livros se anda. Três estão arrumados, um em fase de "construção" avançada, quatro outros em preparação e com fim à vista. E falta Roma. Outro projeto antigo (data de 2008/2009...) e que um dia se fará. Com texto em português e em latim. Não será exatamente sobre a cidade, mas sobre os reflexos de Roma. O caminho será mais ou menos este:



CUBA E O DETALHE EDITORIAL

O jornal italiano La Reppublica não encontrou melhor forma de ocultar a chegada de médicos cubanos a Itália que atirando a notícia para a secção do estrangeiro (!). Ou seja, a cidade de Crema, na Lombardia, é a estrangeira de si própria. Que seja um país das Caraíbas, alvo do gangsterismo norte-americano e de um bloqueio que dura há décadas, a dar esta ajuda dá que pensar. Temos de esconder com engenho estas coisas, deve ter pensado o editorialista. 

quarta-feira, 25 de março de 2020

A PROPÓSITO DO PERÓXIDO DE HIDROGÉNIO

Houve câmaras que resolveram "desinfetar" as ruas, outras que optaram por não o fazer. E umas vão atrás de outras. E quanto maior é a inexistência de ação, mais visibilidade se dá a estas iniciativas. Supostamente, espalhar uns milhares de litros de peróxido de hidrogénio (ou seja, de água oxigenada) minoraria os efeitos do vírus. Maus tempos estes, em que folclore equivale a estratégia... E em que gesticular dá a ilusão de comando.

Não há nada de mal em regar as ruas com água oxigenada - como me comentava um jovem amigo "só tem efeitos nos orçamentos camarários" - sendo que o perigo, real e bem concreto, é as pessoas acharem que já estão em segurança. Ou seja, que podem sair e andar na rua, porque os espaços públicos foram "desinfetados".

Diz a D.G.S. que estas operações não têm efeito na contenção do contágio de COVID-19. Não sendo eu especialista em temas variados - ao contrário do dr. Nuno Rogeiro e do dr. Paulo Portas - acato as opiniões das entidades oficiais. Recolhi a casa, não saio e confio nas autoridades. E preparo-me para os próximos tempos, que vão ser duros e de grande desafio. O bom, velho capitalismo vai querer tirar partido do que restar.

A Câmara de Mértola não borrifou ruas. Fez bem. Sem ponta de ironia.

POLÍTICA E POESIA

Em tempo de arrumações aparece de tudo um pouco. Como esta memória já longínqua. 2000 foi o Ano Internacional do Livro. Resolvi, enquanto presidente da Assembleia Municipal de Moura, associar o órgão à celebração, lendo no final de cada sessão dois poemas. Foi o bom e o bonito. Houve discreta e generalizada chacota. Indiferente às bocas, segui em frente. Um hábito antigo.

No meio dos papéis, só encontro os poemas lidos em 2001. Mas tenho a certeza de que em 2000 também houve poesia no final das sessões. Recordo, em particular, de estar a ler um e de ouvir os risinhos abafados de Manuel Bravo, primeiro secretário da Assembleia. Era este, de Alexandre O'Neill:

O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim ficou tudo até que não.

Azevedo e silva ao volante do mini
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.



28.2.2001
Aquela triste e leda madrugada - Luís de Camões
Aquela clara madrugada - Manuel Alegre

2.4.2001
Catarina Eufémia - Sophia de Mello Breyner Andresen
Lá do planalto dos altos fornos - Mário Dionísio

13.4.2001
Busque Amor novas artes, novo engenho - Luís de Camões
Ser benfiquista - Manuel Paulino Gomes Júnior

27.06.2001
Barca Bela - Almeida Garrett
Imagem - Sebastião da Gama

29.8.2001
Vês desaparecer o rouxinol? - Joaquim Manuel Magalhães
Nunca ouvi um alentejano cantar sozinho - José Gomes Ferreira

26.9.2001
Estrada de fogo - Fiama Hasse Pais Brandão
Ao sentir tremer o mundo - António Aleixo

14.11.2001
Guerra - Cecília Meireles
Desceu tão de repente o sol - Fernando Pinto do Amaral

Gaspar Melchor de Jovellanos, por Francisco Goya

terça-feira, 24 de março de 2020

DISCOVER ISLAMIC ART

E mais um museu virtual. Este surgiu muito antes da crise. Está em linha há uns 13 anos. O projeto arrancou em 2002 e quase me parece impossível que tenha decorrido todo este tempo. Continua a ser uma interessante base de dados, com muitos pontos de contactos entre museus e coleções de várias partes do mundo. E que inclui várias exposições temáticas.

Ver - http://islamicart.museumwnf.org