Não tinha uma ideia muito precisa da pinacoteca da Casa-Museu Anastácio Gonçalves. O edifício é hoje invisível, depois da construção da Torre FPM 41. Chegar lá é um zigue-zague, numa paisagem urbana que já se quis parisiense e que hoje não é coisa nenhuma.
Lá dentro há naturalistas. Há João Vaz e há Silva Porto (cf. infra). Quanto mais olho, mais gosto. Fico sempre, talvez de forma errada, com a sensação de estar ante uma geração que ficou meio perdida e que não tem o destaque que merece.
Sem comentários:
Enviar um comentário