Foi com surpresa e entusiasmo que recebi a notícia desta tradução. Afinal, o mirandês é a segunda língua oficial do nosso Pais. Não o falo, claro, embora o leia sem qualquer problema. Como também sou fã dos livros do Tintim isso deu-me cá uma ideia...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
HUMOR NEGRO E BATAS BRANCAS
Pantanas é a palavra certa para definir o que se vive na Saúde. Algo vai muito mal num País em que as urgências são tema recorrente nas notícias. Cada dia há um coelho tirado da cartola: inteligência artificial, telecoisas, reformas e mais reformas, reprogramações, novidades no INEM, ambulâncias entregues aos privados, etc.
Soluções e progressos é que nem por isso... Valha-nos Claude Serre (1938-1998), que era genial.
sábado, 8 de novembro de 2025
AI A IA...
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
ASTÉRIX NA LUSITÂNIA
Sai hoje o 41º. álbum de Astérix. Os primeiros 24 foram produzidos por René Goscinny (1926-1977) e por Albert Uderzo (1927-2020). O último dessa série - Astérix entre os belgas - estava a ser concebido quando Goscinny faleceu. Tornou-se então evidente que o grande génio criador era ele. Desde então saíram mais 16 livros, a que se juntará Astérix na Lusitânia. Os livros não são maus - muito longe disso, caramba -, mas o punch que Goscinny lhe dava já não existe.
Veja-se a forma como ele nos caracterizou em "O domínio dos deuses". Hoje isso não era possível, credo!, que coisa tão enxovalhante e não inclusiva...
domingo, 22 de dezembro de 2024
O ÚLTIMO LIVRO DE ASTÉRIX
sexta-feira, 11 de março de 2022
ASTÉRIX NA HELVÉCIA E NO 25 DE ABRIL
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
INICIATIVA LIBERAL
Eles até são a favor de uma sociedade sem classes. Exceto a deles.
Que pena que El Perich já não esteja entre nós...
terça-feira, 4 de janeiro de 2022
HERGÉ
quinta-feira, 30 de abril de 2020
PATRIMÓNIO DE MOURA X 6.000
No início de abril comprei dois meses de "zoom". Era a maneira mais prática de continuar a dar as aulas. O método funciona, ainda que saiba a pouco. É um pouco como aquelas rodas estreitinhas que os carros agora têm quando temos um furo. Dão para desenrascar.
Resolvi aproveitar o zoom, o trabalho acumulado sobre Moura e projetos em curso para quatro curtas conversas à volta do Património. Tive a surpresa de contar, ao todo, com mais de 6.000 visualizações. Esperava umas centenas, vá que chegasse ao milhar.
O mérito não é meu, é da terra. E dos que lá nasceram ou vivem e que gostam de Moura. E do interesse que os temas suscitam.
Aqui ficam os links e os temas:
COMO DUARTE DARMAS VIU MOURA EM 1510
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217653092060859/
A MOURARIA DE MOURA
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217722009183744/
AS MURALHAS MODERNAS DE MOURA
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217799001228497/
DA PRATA DA ADIÇA À MOURA SALÚQUIA
https://www.facebook.com/santiago.macias.58/videos/10217871808568635/
segunda-feira, 23 de março de 2020
quinta-feira, 19 de março de 2020
terça-feira, 17 de março de 2020
PERICHANDO O DIA
Toda a revista em http://www.hermanolobodigital.com
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
CLAIRE BRETÉCHER (1940-2020)
A partir de hoje, não haverá mais desenhos novos. Ficam os do passado.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
segunda-feira, 1 de julho de 2019
MORDILLO (1932-2019)
quarta-feira, 1 de maio de 2019
BD EM BEJA
1. A persistência da iniciativa, que vai numa proveitosa 15ª. edição, e que conta com o conhecimento e a experiência do Paulo Monteiro;
2. A beleza do cartaz, concebido por Susa Monteiro.
Arranca no final deste mês. Pareceu-me bem começar maio desta maneira.
sexta-feira, 15 de junho de 2018
quinta-feira, 26 de abril de 2018
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
domingo, 5 de novembro de 2017
TURISTAS
Há pouco, jantando no Tamuje com o meu velho e querido amigo Youssef Khiara, tive de servir de intérprete a duas francesas. Uma queria saber o que eram salmonetes. Eu disse que achava que era "rouget". Não sabiam o que era. O amigo Ruas trouxe os peixes à mesa. Não ficaram lá muito convencidas, mas mandaram grelhar. Não falavam UMA só palavra de português. E que o esforço de se fazerem entender as deixava "fatigués". Nessas alturas só me lembro da cena da cozinha do restaurante e das recordações para turistas em Amici miei - atto II, mas não é coisa que se conte aqui...
No outro dia, dois franceses na casa dos 60 e de bicicleta, ar sportif, troçavam do comércio da vila e, em especial, do mercado municipal. Não tinham razão no que diziam, mas o pior era a sobranceria. Eis os turistas, na visão de João Abel Manta, em 1972. Mudou muita coisa? Muitíssima. Só não mudaram os complexos de superioridade de alguns turistas.














