quinta-feira, 19 de março de 2026
UMA TRAGÉDIA GREGA NO CINEMA
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
MÉRIDA, AINDA E SEMPRE
Apesar de tudo, ainda e sempre.
No sábado à noite, alguns dos meus companheiros estavam animadamente divertidos, " se visses a tua cara durante a representação...". Não vi a minha cara, mas posso dizer que deveria estar "de trombas".
Já não tenho pachorra (saco, dizem os nossos irmãos brasileiros) para tanto politicamente correto, tanto wokismo, tanta necessidade de ser e justificar não sei o quê. Desta vez, foi a encenação de "Os irmãos", de Terêncio. A peça passa a ser um pretexto para...
Valem o sítio e o ambiente. Para o ano lá espero estar.
Momentos memoráveis:
2002 - "Pentesilea", com direção de Peter Stein.
2005 - "Una odisea antillana", com direção de Derek Walcott.
Vinca-se-me uma certeza: há momentos que valeu a pena terem sido aproveitados, porque foram únicos. E são irrepetíveis.
De 2005 para cá, aguardo por qualquer coisa de excecional. Será em 2026?
segunda-feira, 12 de agosto de 2024
MÉRIDA, 22 ANOS SE PASSARAM
quarta-feira, 16 de agosto de 2023
SALOMÉ NO CINE MIRAMAR
No sábado passado lembrei-me de um velho médico angolano, cujo nome não recordo. Dizia-me em tempos, há já muitos anos..., a propósito das suas idas ao cinema, em Luanda: "ia muitas vezes ao Cine Miramar, uma esplanada ao ar livre; quando o filme não prestava, olhava para a baía e tinha a noite ganha".
Nunca fui a Luanda, mas a peça levada à cena em Mérida, uma "Salomé" com muito empoderamento feminino, muitos laivos gratuitos LGBT e muito farsodrama ao gosto castelhano levou-me a pensar "que cenário tão bonito que isto tem e que sítio tão fantástico este teatro é".
Em 2024, vou ter mais cuidado na escolha da peça...
sexta-feira, 24 de março de 2023
CAIXA CULTURA - MAIS UMA EDIÇÃO
O Programa Caixa Cultura foi criado para apoiar iniciativas de âmbito artístico e cultural, com o objetivo de promover, financeiramente, projetos nacionais, de qualidade e criatividade inequívoca, nas seguintes categorias: Teatro, Dança, Música, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Performance, Conferências e Debates.
Este Programa destina-se a cidadãos portugueses, ou que residam em Portugal, maiores de 18 anos, bem como a entidades coletivas que desenvolvam atividades relacionadas com as áreas identificadas.
Ver:
sexta-feira, 15 de abril de 2022
EUNICE MUÑOZ (1928-2022)
No dia da partida de Eunice Muñoz, retomo dois textos do blogue (24.6.2012 e 18.7.2015).
A esta distância, tenho a certeza que "O parque", na primavera de 1985, foi a melhor peça de teatro que vi, até hoje. Gilberto Gonçalves desapareceu em 2012, a Cornucópia encerrou em 2016, Eunice Muñoz deixa-nos agora. Tudo isto tem um travo de melancolia.
DOMINGO, 24 DE JUNHO DE 2012
O PARQUE
Sobre o Teatro da Cornucópia: http://www.teatro-cornucopia.pt/htmls/home.shtml
SÁBADO, 18 DE JULHO DE 2015
EUNICE MUÑOZ & MÁRIO ZAMBUJAL
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
MATAR O RACISMO
And since the quarrel
Will bear no color for the thing he is,
Fashion it thus: that what he is, augmented,
Would run to these and these extremities;
And therefore think him as a serpent's egg,
Which, hatch'd, would as his kind grow mischievous,
And kill him in the shell
terça-feira, 17 de dezembro de 2019
M. CONCEIÇÃO AMARAL NO OPART
Ao trabalho, e desejo-te toda a sorte do mundo.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
SÃO CARLOS FUTEBOLÍSTICO
Muitas vezes me ocorreu o final de E la nave va. O cenário do ângulo inverso é operático e da Cinecittá. Caminante, no hay camino, / se hace camino al andar e nunca isso foi tão verdade como naquela tarde. Veremos onde vai dar.
domingo, 4 de novembro de 2018
MIRPURI FOUNDATION
Ver - http://mirpurifoundation.org
sábado, 28 de julho de 2018
FILÓCTETES P.C.
Viva Mérida!
sábado, 5 de maio de 2018
ONDE FICA A CASA DE GARRETT?
Catorze anos volvidos, o teatro estava pronto a reabrir. Qual teatro? O D. Maria II. Alto lá! D. Maria II é coisa conservadora. Era melhor mudar nome. Surgiu a proposta: Teatro Nacional Almeida Garrett. Foi o bom e o bonito. Durante largas semanas lavrou o incêndio. Não o do teatro, mas o da polémica. À direita defendia-se um nome, à esquerda outro. O primeiro-ministro de então, Mário Soares, defendia, curiosamente, a opção que acabou por prevalecer. Curiosa foi a solução diplomática avançada por alguém (Maria Barroso?) para deitar água na fervura. A designação passaria a ser Teatro Nacional D. Maria II / Casa de Garrett. A polémica foi num smorzando que terminou no esquecimento do nome Casa de Garrett.
À boa maneira portuguesa, dura há mais de um mês uma disparatada polémica em torno do nome de uma coisa que ainda não existe. Muitas vezes dou comigo a pensar que se Portugal não fosse assim isto não tinha tanta graça...
terça-feira, 26 de setembro de 2017
terça-feira, 7 de março de 2017
ALUMNUS XI
A 11.a edição do Mouralumni teve lugar ontem.
O ator Kim Cachopo veio falar aos alunos mourenses sobre o seu percurso de vida em duas sessões: na Escola Secundária e na Escola Profissional de Moura.
O ator nasceu em Moura a 6 de dezembro de 1957.
Fez a sua formação académica no Curso Geral de Administração e Comércio na Escola Secundária de Moura e, mais tarde, em Lisboa, no Curso de Equipamento e decoração na atual Escola Artística António Arroio.
Em 1975 fundou o Centro Cultural de Moura onde desenvolveu atividade na área teatral com especial enfoque na animação infantil, através de cursos de expressão dramática, teatro de fantoches e artes plásticas.
Em 1976 integrou o TIL/TL - Teatro Infantil de Lisboa/Teatro Livre, sendo ator na companhia até aos dias de hoje.
Participou em séries televisivas como “Ora agora conto eu”, de Fernando Midões, “Os Mafarricos”, de António Semedo, “Liberato, o rato dos livros”, de José Jorge Letria e Carlos Alberto Moniz, “Polícias”, de Jorge Paixão da Costa, para a RTP, e “Uma Aventura”, de Carlos Coelho da Silva, para a SIC.
No Cinema entrou em “Quem é Ricardo”, de José Barahona, “Street of no return”, de Samuel Fuller e “Voltar”, de Joaquim de Almeida.
Kim Cachopo, como é conhecido no meio artístico, participou ainda em inúmeros filmes institucionais e de publicidade, nomeadamente em campanhas para o Continente, Ok Teleseguro, Mimosa, Nova Rede, entre muitos outros.
sábado, 14 de janeiro de 2017
O MUNDO INTEIRO É UM PALCO
And all the men and women merely players:
They have their exits and their entrances;
And one man in his time plays many parts, (...)
domingo, 3 de janeiro de 2016
UMA FOTOGRAFIA AO ESTILO DE PINTER
GUS. Eh?
BEN. Go and light it.
GUS. Light what?
BEN. The kettle.
GUS. You mean the gas.
BEN. Who does?
GUS. You do.
BEN (his eyes narrowing). What do you mean, I mean the gas?
GUS. Well, that's what you mean, don't you? The gas.
BEN (powerfully). If I say go and light the kettle I mean go and light the kettle.
GUS. How can you light the kettle?
BEN. It's a figure of speech! Light the kettle. It's a figure of speech!
GUS. I've never heard it.
BEN. Light the kettle! It's common usage!
GUS. I think you've got it wrong.
BEN (menacing). What do you mean?
GUS.They say put on the kettle.
BEN (taut). Who says?
Este excerto da peça The dumb waiter fazia parte do meu livro do 11º ano e servia para explicar uma das funções da linguagem. A peça foi traduzida por Luis de Sttau Monteiro (1926-1993), com o título O monta cargas. O estilo de escrita telegráfico de Harold Pinter (1930-2008) tornou-se uma imagem de marca. Gosto do jogo de palavras e do despojamento. E de uma certa ideia de solidão que se associa a esse despojamento. A fotografia de Slim Aarons (1916–2006), que parece encenada, vai nesse sentido.
sábado, 18 de julho de 2015
EUNICE MUÑOZ & MÁRIO ZAMBUJAL
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
LINHAS CRUZADAS
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
SEAN O'CASEY NO PREC
domingo, 24 de junho de 2012
O PARQUE
Sobre o Teatro da Cornucópia: http://www.teatro-cornucopia.pt/htmls/home.shtml























