terça-feira, 27 de agosto de 2024
VINHO OU NÃO VINHO, EIS A QUESTÃO...
sábado, 11 de março de 2023
O VIGÉSIMO PREMIADO E OS TANGUISTAS QUE VENDIAM A TORRE DE BELÉM
Eram histórias clássicas dos meus tempos de infância: ou se queria vender um bilhete da taluda que estava premiado e que o vendeor não tinha tempo para levantar mas que cedia por uma valor muito mais baixo (imensa gente caía na esparrela) ou aparecia, com regularidade, um incauto que "comprava" a Torre de Belém ou o Castelo de S. Jorge.
Agora é a sério. Que uma muralha possa estar incorporada numa propriedade particular é possível, bem entendido. Que se escarrapache uma pancarta na própria muralha é o cúmulo da desfaçatez.
sábado, 7 de janeiro de 2023
A FACE SÍNICA DAS EMPRESAS
quinta-feira, 28 de julho de 2022
PEDRO MOREIRA NA PRESIDÊNCIA DA EGEAC
A imagem de cima é a mais recente (2022), a de baixo evidentemente a mais antiga (1999). Entre a exposição de Tânger e a inauguração do Museu do Tesouro Real passaram 23 anos. Uma bagatela...
Da Comissão dos Descobrimentos, Pedro Moreira passou para a EGEAC, daí para o Turismo de Lisboa. Regressa agora à EGEAC, para um merecido lugar de topo.
Capacidade de trabalho, pragmatismo, conhecimento e seriedade, eis o novo presidente. Toda a sorte do mundo, Pedro.
sábado, 13 de novembro de 2021
PARABÉNS JOÃO LUÍS / BILORES - QUEIJO ARTESANAL
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
A (POUCA) AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA
Lê-se e quase não se acredita. Só 2,7% das multas aplicadas pela Autoridade da Concorrência foram efetivamente pagas. Porquê? Isso não é explicada na notícia, mas não é difícil imaginar que as grandes empresas (ahhh, o mundo beatífico das grandes empresas...) se socorram de todos os meios técnico-legais e de todos os artifícios e de toda a complexidade do juridiquês para não pagarem.
2,7% não é um número, é um ato de troça.
sábado, 21 de novembro de 2020
MOURA - 21.11.1987
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
O ORIENTE, UM DIA...
Ao preparar para edição, hoje de manhã, um texto de um académico espanhol, professor de economia, dei com uma informação espantosa, que desconhecia. A empresa mais antiga do mundo não tem 200, 400 ou 500 anos. KONGO GUMI era o nome de uma empresa japonesa, do ramo da construção, fundada em 578 d.C., e que esteve na passe da mesma família durante 14 séculos. Soçobrou à especulação imobiliária e a investimentos insensatos, tendo sido vendida já no decorrer deste século.
Não é caso único. O Nishiyama Onsen Keiunkan é um hotel termal japonês que funciona desde o ano 705 do nosso calendário. E de entre as 10 empresas mais antigas no mundo, 8 são japonesas. Esta perenidade e sentido do tempo longo ajuda a explicar outras coisas e o poder do Oriente, certo?
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
DUARTE DARMAS: O 18º. APOIO
Enquanto prossegue a "saga" da recolha de imagens (vamos em 85%) vão ainda chegando apoios ao projeto. Como este, que surge de forma inesperada. Uma parceria logística, que se revela importante para concretizar milhares de quilómetros em constantes idas e vindas:
Av. de Badajoz
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
LUTA ECONÓMICA E AMBIENTAL
É nestas alturas que os poderes políticos e públicos têm de vir à linha da frente. Ou isso dá muito transtorno?
segunda-feira, 22 de junho de 2020
PREOCUPAÇÃO
Só me ocorre uma palavra: preocupação. Por mais que me digam que vai tudo ficar bem, não creio que isso vá acontecer. Soluções miraculosas não há. O caminho vai ser muito difícil e muito lento. Para mal de todos nós.
sábado, 20 de junho de 2020
UM POUCO DISCRETO CONVITE À REBALDARIA
segunda-feira, 18 de maio de 2020
AZEITE ANGÉLICA - A NOVIDADE QUE NÃO É NOVIDADE
Uma grande notícia para o Gonçalo e para Moura. Se bem recordo, a primeira medalha de ouro que ganhou neste certame foi em 2015.
Ver - https://bestoliveoils.com
domingo, 29 de março de 2020
O BEATÍFICO MUNDO DOS PRIVADOS: PADARIA PORTUGUESA
Dito isto, pareceu-me interessante, de início, o conceito da padaria portuguesa. Passei pelos estabelecimentos um par de vezes. Não achei o serviço nada de especial, na lógica fast-food de cafés e pastéis de nata. E não gosto de tratamentos impessoais.
Deixei de entrar nas padarias, depois de uma entrevista ao líder da empresa, onde li coisas como:
Criamos um espírito de equipa que vale muito mais do que a remuneração base.
Fazemos investimento a sério nas pessoas: uma vez por ano juntamos todos os trabalhadores num arraial de verão e fechamos as lojas mais cedo.
Cada vez que nasce um bebé, oferecemos um creme e um babygrow e escrevo um postal de aniversário personalizado a cada um dos trabalhadores.
Lembrei-me de uma conversa tida, há uns anos, com o diretor de um museu nacional, que pediu apoio mecenático a uma determinada empresa. A qual respondeu que todos os anos dava um capaz no Natal às aldeias SOS. A lógica é a mesma. E explica muito coisa portuguesa. Padaria ou não.
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
RITUAL DA FEIRA
Nesta feira cumpriu-se mais um pequeno ritual. Têm sempre a simpatia deste convite. Fotografia e imperial. Correspondo sempre. Foi pena o dr. António Costa não ter querido provar a MAGANA. Sempre ajudava os moços a promover a excelente cerveja artesanal que fazem. Eu também dou uma ajuda, mas bolas!, eu não sou primeiro-ministro...
Na véspera de não partir nunca
Ao menos não há que arrumar malas
Nem que fazer planos em papel,
Com acompanhamento involuntário de esquecimentos,
Para o partir ainda livre do dia seguinte.
Não há que fazer nada
Na véspera de não partir nunca.
Grande sossego de já não haver sequer de que ter sossego!
Grande tranqüilidade a que nem sabe encolher ombros
Por isto tudo, ter pensado o tudo
É o ter chegado deliberadamente a nada.
Grande alegria de não ter precisão de ser alegre,
Como uma oportunidade virada do avesso.
Há quantas vezes vivo
A vida vegetativa do pensamento!
Todos os dias sine linea
Sossego, sim, sossego...
Grande tranqüilidade...
Que repouso, depois de tantas viagens, físicas e psíquicas!
Que prazer olhar para as malas fítando como para nada!
Dormita, alma, dormita!
Aproveita, dormita!
Dormita!
É pouco o tempo que tens! Dormita!
É a véspera de não partir nunca!
Álvaro de Campos
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
ÁGUA CASTELLO - ANO 120
Do ponto de vista do cliente, espero que a água mantenha as suas características e aquela identidade masculina. A finna nunca me encheu as medidas. Percebo as razões, nomeadamente a procura de novos mercados e de novos clientes, como Jorge Henriques detidamente me explicou, mas "aquilo" não é para mim.
quinta-feira, 11 de julho de 2019
PRÉMIO VILALVA: CERIMÓNIA DE ENTREGA
O futuro constrói-se a partir do passado. Isso ficou bem claro. O futuro nos dará razão.
quarta-feira, 26 de junho de 2019
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
MOURA - HOJE NO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
A DATA DA FEIRA DE SETEMBRO E A FESTA DO “AVANTE!”
Crónica publicada hoje, em "A Planície"



















