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terça-feira, 16 de setembro de 2025

E A FEIRA FOI(-SE)

Dois pontos prévios a este texto:

Escrevo-o sem estar aziado (podia ser assim se houvesse motivo para qualquer tipo de inveja; ora, tal não sucede nem há motivo para isso)

O que aqui escrevo não se dirige nem tem por alvo os trabalhadores da Câmara Municipal de Moura. Mas sim os políticos que estão à frente da autarquia.

Posto isto, vamos aos factos:

O executivo camarário do PS/Moura matou a feira de setembro e já a enterrou.

Fazer da feira uma sucessão de artistas (45.000 euros mais IVA para os Xutos é andar com o dinheiro ao pontapé) é um disparate e um programa preguiçoso. Contratam-se os artistas e acabou-se.

A feira do artesanato é quase uma inexistência.

A feira tradicional morreu, por incapacidade para a reinventar.

O concurso de petiscos desapareceu (nunca percebi porquê...) e com ele se foi uma das formas de estimular a presença das coletividades, das associações etc.

Havia quatro tasquinhas vazias. Algo que nunca aconteceu até 2017... E só havia mais tasquinhas ocupadas porque os restaurantes marcaram presença na feira.

Nota de ironia: uma vez, ainda era vereador, fui criticado (aconteceu-me algumas vezes!) por pessoas da sede do concelho que achavam que as coletividades "das freguesias" não tinham nada que estar presentes na feira de Moura, porque esta se realizava na sede do concelho. Um argumento sem pés nem cabeça, a que nunca dei valor nem me passou pela cabeça seguir. Pois bem, este ano, se não fossem as comissões de festas de Amareleja, de Safara, de Santo Aleixo, de Santo Amador e do Sobral da Adiça mais tasquinhas ficariam por ocupar.


sábado, 11 de maio de 2024

BÁRBARA TINOCO ♥️

Foi ontem à noite. Não conhecia Bárbara Tinoco. Não "desgostei" das músicas. Um estilo ligeiro e agradável. No meio de uma música lançou o estribilho, que repetiu várias vezes, FASCISMO NUNCA MAIS. Mainada!

Fiquei fã de Bárbara Tinoco.

sábado, 2 de setembro de 2023

E DIA 9...

é dia da tradicional corrida de touros da Feira de Setembro. Falta uma semana.

Lá estarei, hoje como desde há mais de 50 anos.


terça-feira, 25 de julho de 2023

A FEIRA DE MOURA E A FESTA DO AVANTE!

Ainda no outro dia li o mesmo disparate: que a Feira de Setembro mudou de data (8, 9 e 10 de setembro) por causa da Festa do Avante!...

Haja o primeiro que me prove que alguma vez a Festa do Avante! começou no dia 8... Felizmente, escrever asneiras é só ridículo. Não causa danos de maior.

A Feira de Moura mudou de data porque quando o dia 8 coincidia com uma segunda ou uma terça-feira, a feira se resumia ao primeiro dia. A partir daí era a debandada. Optou-se, na altura, por não fazer coincidir a feira com as festas de Pias e de Safara (primeiro fim de semana de setembro) nem com as do Sobral (terceiro fim de semana de setembro e já muito próximo das Festas de Nossa Senhora do Carmo). E decidiu-se que passariam a ser no segunda sexta-feira de setembro.

A explicação é simples. Para quem a quiser ler, bem entendido.

segunda-feira, 29 de maio de 2023

ARQUITETURA(s) E GRAFISMO(s)

Já na ARCO/2018 tinha reparado que os meus gostos pessoais - não sou conhecedor, nem crítico, ne entendido, porque falo de simples gosto - apontavam para terrenos conhecidos, com poucas exceções. Voltei a reparar no mesmo, na visita à Feira. A arquitectura e o grafismo na fotografia, e alma mediterrânica, de Ramiro Guerreiro (n. 1978) e de Inês d'Orey (n. 1977). E também em René Tavares. E em João Penalva. E em Pedro Calapez.

Não vi Paulo Nozolino nem Pauliana Valente Pimentel. Não têm interesse ou importância comercial?

Estarei a ficar velho?










sexta-feira, 19 de maio de 2023

COMO ENSURDECER EM TRÊS DIAS

Tudo aquilo foi insuportável e ensurdecedor. Durante três dias, mal se conseguiu falar, na Feira de Moura. Não percebo, nunca percebi (toda a vida, não só agora, numa idade mais avançada) a necessidade ou a utilidade daquela imensa barulheira.

Ninguém espera ir para uma feira para estar em silêncio ou a ouvir música de câmara (salvo seja...). Mas também ninguém espera não conseguir falar com a pessoa que está na cadeira ao lado. Aquela estoiraria que ali se viveu é o expoente máximo da cultura-grunha.


segunda-feira, 15 de maio de 2023

MUITA MÚSICA, POUCA OLIVEIRA...

Deixo estes números:

Olivomoura 2012 - 100 expositores, incluindo cerca de três dezenas de representantes do setor da olivicultura

Olivomoura 2023 - 60 expositores

Que aconteceu ao Centro Documental da Oliveira? Qual a data de inauguração?

Que aconteceu ao Prémio de Mérito Académico, destinado a premiar trabalhos de investigação na área do Ensino Superior? (a última edição teve lugar em 2016)

Que aconteceu às exposições temáticas?

Que aconteceu à música alentejana, quase sufocada pelas "grandes estrelas"?

As perguntas são simples:

* Que feiras queremos ter para o futuro?

* Uma OLIVOCOPOS?

* Um festival de música? Delfins + Diogo Piçarra = 65.000 euros.

São opções legítimas, bem entendido. Mas acrescentam alguma coisa à nossa terra? São as opções de fundo de que precisamos?


quarta-feira, 10 de maio de 2023

FEIRA

A feira de maio começa amanhã. E passaram ontem dez anos sobre a abertura da última feira de maio em que tive responsabilidades diretas de organização.

Sempre entendemos a feira como um momento importante para se contribuir para o desenvolvimento de região e não apenas para uma parada de estrelas, pagas a peso de ouro. Gostava de trabalhar na organização da feira? Sim, muito. Por muito estranho que isso parecesse à família e a alguns amigos. Voltava a organizar a feira segundo os mesmos princípios? Sem dúvida que sim.

Foi de 9 a 12 de maio de 2013: 70 iniciativas numa só feira.










segunda-feira, 24 de outubro de 2022

ESTRADA DE MÉRTOLA

A caminho de Mértola, e da Feira da Caça, a Antena Um passou o Road to nowhere, dos Talking Heads. Um tema sem tempo.

Aquela estrada não é a de lado nenhum. É exatamente o oposto.

A feira foi uma enchente. Em todos os sentidos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

DE PORTAS ABERTAS

Sempre gostei de portas abertas. Literalmente.

No Panteão trabalho assim quase todo o ano. Um privilégio raro.

O meu gabinete em Moura estava de portas abertas. Ao castelo e às pessoas. Às vezes precisava de um pouco de sossego e não o tinha. Mas o preço a pagar era esse. E pagava-o com gosto.

Amanhã é de dia de regresso. Literalmente. A feira começa. Até já, Moura.


segunda-feira, 16 de maio de 2022

FEIRA DE MAIO DE 2015: ENTRE A POP-ART E O CADAVRE EXQUIS

Faz hoje sete anos, precisamente. A recordação tornou-se mais forte, durante este fim de semana em Moura. Dias felizes, entre sexta e ontem à tarde, na minha terra.

Em maio de 2015 teve lugar a mias bonita exposição de abertura de que tenho memória. Não tive nela intervenção direta, apresso-me a clarificar. Mas aquele gabinete de comunicação era "uma coisa à parte".

Repito parte do texto de 16 de maio de 2015:

O grupo do gabinete de comunicação da Câmara Municipal, sob a batuta da minha amiga Paula Ventinhas, organizou a exposição de entrada da feira. Os bichos da Herdade da Contenda, vistos pela sensibilidade de artistas locais. Mais um momento festivo e de grande criatividade. Havia laivos de pop-art de pendor rural na entrada da feira.

O gabinete de comunicação fez isto e fará outras coisas melhores. Porque são capazes e porque contamos com eles. Tal como contamos com toda a equipa de trabalhadores que construiu a Feira de Maio. Este trabalho é um esforço de todos.











sábado, 23 de novembro de 2019

LIVROS, E MAIS QUE LIVROS

Não é hoje, é amanhã. Arranca a Feira do Livro de Mértola. Desde há muitos anos que é um dos grandes momentos culturais do concelho. Mais de 30 anos, sem dúvida. Tenho imagens muito precisas da Feira do Livro de 1991, quando cá veio José Saramago e fomos (a equipa do CAM) jantar com ele ao Al-Sakrane. Achei-o distante e pouco cordial. A feira, contudo, foi ótima. Esta também vai ser.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

RITUAL DA FEIRA

Não estou em Moura, durante todo um ano e por junto, mais de 15 a 20 dias. Se tanto. Mas fico com a ideia de não partir nunca. O poema diz coisas diferentes, mas é o título que é muito bonito.

Nesta feira cumpriu-se mais um pequeno ritual. Têm sempre a simpatia deste convite. Fotografia e imperial. Correspondo sempre. Foi pena o dr. António Costa não ter querido provar a MAGANA. Sempre ajudava os moços a promover a excelente cerveja artesanal que fazem. Eu também dou uma ajuda, mas bolas!, eu não sou primeiro-ministro...


Na véspera de não partir nunca

Na véspera de não partir nunca 
Ao menos não há que arrumar malas 
Nem que fazer planos em papel, 
Com acompanhamento involuntário de esquecimentos, 
Para o partir ainda livre do dia seguinte. 
Não há que fazer nada 
Na véspera de não partir nunca. 
Grande sossego de já não haver sequer de que ter sossego! 
Grande tranqüilidade a que nem sabe encolher ombros 
Por isto tudo, ter pensado o tudo 
É o ter chegado deliberadamente a nada. 
Grande alegria de não ter precisão de ser alegre, 
Como uma oportunidade virada do avesso. 
Há quantas vezes vivo 
A vida vegetativa do pensamento! 
Todos os dias sine linea 
Sossego, sim, sossego... 
Grande tranqüilidade... 
Que repouso, depois de tantas viagens, físicas e psíquicas! 
Que prazer olhar para as malas fítando como para nada! 
Dormita, alma, dormita! 
Aproveita, dormita! 
Dormita! 
É pouco o tempo que tens! Dormita! 
É a véspera de não partir nunca!


Álvaro de Campos

domingo, 15 de setembro de 2019

DIAS DE FEIRA, DE NOVO

Desde setembro de 2017, que não estava no primeiro dia de feira. Na quinta-feira foi o momento. Ali me juntei a mais de 30 amigos e colegas, para um bom convívio.

As feiras mudam, como tudo muda. Da Feria de Madrid, pintada em 1778/99 pelo imortal Francisco Goya até Moura vai um universo de distância. Ontem, não me lembrei desta pintura. Sexta, sim. Sexta foi dia de regressar a Moura. Não andei no carrossel, contudo.

Chevaux de bois

Paul Verlaine
Tournez, tournez, bons chevaux de bois,
Tournez cent tours, tournez mille tours,
Tournez souvent et tournez toujours,
Tournez, tournez au son des hautbois.
Le gros soldat, la plus grosse bonne
Sont sur vos dos comme dans leur chambre,
Car en ce jour au bois de la Cambre
Les maîtres sont tous deux en personne.
Tournez, tournez, chevaux de leur coeur,
Tandis qu’autour de tous vos tournois
Clignote l’oeil du filou sournois,
Tournez au son du piston vainqueur.
C’est ravissant comme ça vous soûle
D’aller ainsi dans ce cirque bête :
Bien dans le ventre et mal dans la tête,
Du mal en masse et du bien en foule.
Tournez, tournez sans qu’il soit besoin
D’user jamais de nuls éperons
Pour commander à vos galops ronds,
Tournez, tournez, sans espoir de foin
Et dépêchez, chevaux de leur âme :
Déjà voici que la nuit qui tombe
Va réunir pigeon et colombe
Loin de la foire et loin de madame.
Tournez, tournez ! le ciel en velours
D’astres en or se vête lentement.
Voici partir l’amante et l’amant.
Tournez au son joyeux des tambours !

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

HAVERÁ FEIRA

Haverá, claro. Dentro de uma semana e um dia, lá estaremos. Como as (minhas) aulas começam a 17, isso obriga-me a trabalho extraordinária por estes dias. Deus me livre de passar os dias da feira à volta dos apontamentos...

De resto, será o plano do costume. Com os amigos do costume e mais alguns de passagem. Uma agenda mais apertada, agora que estou menos perto.


domingo, 9 de junho de 2019

PORTUGAL, UMA RETROSPETIVA

Portugal, uma retrospectiva, em 24 volumes. Uma História a partir de datas, com o antes e o depois dessa data. O nosso volume (do Fernando Branco Correia e meu) será o 21º. a sair. E reporta-se ao ano 929. Porque a publicação se fará da frente para trás. Ainda não sei as datas (final de outubro, pelas minhas contas), mas a difusão será feita através do jornal Público.

Amanhã tem lugar a apresentação pública do projeto e o lançamento do primeiro volume. Não querem lá ver que ainda me fazer ir à Feira do Livro...

segunda-feira, 3 de junho de 2019

NÃO IR À FEIRA DO LIVRO

Tornou-se uma das minha práticas regulares, no decurso dos últimos anos. Não vou à Feira do Livro. Ou melhor, passo por lá rapidamente, à procura de uma ou outra edições, dadas à estampa por entidades universitárias com tanto de excelente qualidade como de nulo sentido de marketing. Este ano, fui convidado a fazer a apresentação de um livro de História, o que declinei, por razões particulares.

Porque não vou à Feira do Livro? Por rejeitar o modelo de supermercado que a LEYA e a PORTO EDITORA conseguiram impor. Lojas com torniquetes e uma lógica de grupo de editoras que dispensa o deambular de barraca em barraca. Os funcionários que deixam de ser necessários ou, quando estão, sabem tanto de livros quanto eu sei de carpintaria. Por razões de princípio, nem entro. De resto, ando por ali, encontrando amigos, conhecidos e colegas.

Hoje passarei pela feira, em ritmo de passeio. Comprarei um livro, há muito previsto. E nada mais.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O QUE SERÁ UM DOCE MOURISCO?

Querendo promover o azeite, uma autarquia alentejana anuncia o CONCURSO DOCE REGIONAL MOURISCO.
Explicando...
A tradição "mourisca" / mediterrânica da doçaria comporta outros ingredientes (sésamo, amêndoa, cereais, muito mel, pistácios, gorduras como a manteiga, perfumes como água de flor de laranjeira, a menta, muito açúcar...), mas relativamente pouco azeite...
Será que se querem criar novos mitos, como o dos tapetes voadores?

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

MAIS LIVROS E MAIS HISTÓRIAS, MÉRTOLA - 2018

Começa a Feira do Livro de Mértola. A escrita, o livro, os contos, a palavra dita são os temas que estão no centro das atenções. Sempre tive como certo um ponto: uma feira do livro não é um festival cultural onde se vendem livros. É uma festa que tem os livros e a escrita (ou a tradição oral) como ponto essencial. A diferença começa a fazer-se aí, em coisas que são aparentemente evidentes.

Ver - https://www.cm-mertola.pt/municipio/comunicacao-municipal/noticias/item/2843-feira-do-livro-de-mertola-2843

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A DATA DA FEIRA DE SETEMBRO E A FESTA DO “AVANTE!”

Com regularidade, com mais regularidade do que imaginaria, fui ouvindo ao longo dos anos a pergunta “então, a feira de setembro este ano mudou de data por causa da Festa do “Avante!”? Lá explicava, com mais ou menos detalhe a existência de um regulamento municipal, que a data não tinha a ver com a festa do jornal etc. etc. Não tenho a certeza de ter sido bem sucedido em todas as minhas explicações. Deixo aqui algumas perguntas e respostas, que creio poderão esclarecer quem ainda tiver dúvidas:

1. Desde quando é que a feira de setembro tem esta data, ou seja, abrindo oficialmente na segunda sexta-feira de setembro?
A feira de setembro tem esta data desde final dos anos 80, salvo erro desde 1988. Foi aprovado um regulamento municipal determinando essa altura do mês. Durante trinta anos (e com três presidentes CDU e dois PS), nunca esse princípio foi alterado. Nunca essa mudança foi proposta.

2. Porque é que a data “cai” nesse fim de semana e não noutro?
Há uma explicação concreta e que se prende com o declínio por que a feira – com dias fixos (8, 9 e 10 de setembro) – então passava. Que sucedia? Quando o dia 8 era numa segunda ou numa terça-feira, só esse dia efetivamente era de feira. Quando se chegava ao dia 10, o recinto estava deserto. E recorde-se que nessa altura não havia pavilhões nem infraestruturas como as que hoje existem. Urgia colocar a feira entre sexta e domingo. Como fazer então? No primeiro fim de semana de setembro eram as festas de Safara, no terceiro as do Sobral. Ficava “disponível” o segundo fim de semana, durante o qual também não havia (razão adicional) outras feiras nas imediações. Para evitar situações como a deste ano especificou-se no regulamento municipal que a feira seria no “segundo fim de semana contado pela segunda sexta-feira”. Nada mais claro, nada mais simples. E se conheço com tanto detalhe esta matéria é porque em 1988 era Chefe da Divisão Socio-Cultural da Câmara de Moura e participei ativamente neste processo.

3. O que é que a Feira de Moura tem a ver com a Festa do “Avante!”?
A data da nossa feira nada tem a ver com a Festa do “Avante!”, como é mais que evidente. Nunca se procurou qualquer esquema para permitir aos mourenses estarem nas duas iniciativas. De resto, passaram pela autarquia, entre 1989 e 1997, dois presidentes socialistas que nunca questionaram a data da feira. É, pois, necessária muita imaginação para engendrar como explicação para a data da feira o tempo de realização da Festa do “Avante!”…

4. Porque é que a feira este ano coincidiu com a primeira sexta-feira do mês?
A feira de setembro começou este ano, oficialmente, no dia 7, porque a Câmara de Moura cometeu uma ilegalidade e optou por não cumprir um dos seus regulamentos.

5. Pode mudar-se a data da feira?
A data da feira pode ser mudada. Basta para tal que se cumpram os procedimentos (aprovação pela Câmara Municipal e pela Assembleia Municipal). Ora isso não aconteceu.

Os factos são estes. As opiniões, a que todos temos direito, são outra coisa.

Crónica publicada hoje, em "A Planície"