A inauguração foi ontem. A exposição ficará patente ao público até final de dezembro. Para 2027 já há programação.
Equus? Sim.
Reproduzo o texto que a Isabel Inácio e eu escrevemos para a entrada da exposição:
A inauguração foi ontem. A exposição ficará patente ao público até final de dezembro. Para 2027 já há programação.
Equus? Sim.
Reproduzo o texto que a Isabel Inácio e eu escrevemos para a entrada da exposição:
A exposição, da autoria de Bruno Figueroa, Embaixador do México em Portugal, é um notável documento sobre o último carnaval ocorrido em Seul. No dia seguinte ao registo de imagens ocorreu uma tragédia e o carnaval não voltou a ser o mesmo. São essas magníficas imagens (e o elucidativo texto que as acompanha) que podem ser vistas, até dia 1 de novembro:
https://fundacaodomluis.pt/o-ultimo-carnaval-da-coreia/
O Palácio dos Condes da Calheta, em Lisboa, acolhe a partir de dia 15 de agosto o projeto Open Azulejo, organizado pelo Museu Nacional do Azulejo no âmbito de uma parceria entre a Museus e Monumentos de Portugal e a Universidade de Lisboa.
O Museu Nacional do Azulejo, atualmente encerrado para obras de requalificação, propõe uma nova forma de fruição do património azulejar, convidando o público a descobrir conjuntos conservados in situ.
A iniciativa pretende criar uma rede de locais com património azulejar representativo, proporcionando ao público a oportunidade de conhecer e apreciar o azulejo em espaços que habitualmente se encontram encerrados ou têm acesso condicionado.
Informações úteis:
Palácio da Calheta, Lisboa | Rua General João de Almeida | Jardim Botânico Tropical
A partir de 15 de agosto até final do ano | 10:00–17:00
Terça a domingo
Começa julho. E prepara-se setembro, que agosto é mês que "não conta". Depois do desgaste de "Modos de ver", o verão irá acabar com Equus, os ecos da obra de Júlio Pomar. Estudos e obras terminadas. Entradas de toiros, corridas e bandarilheiros. Hoje esses temas já não são tema... Há que recuperá-los.
A inauguração foi ontem, ao fim da tarde.
Uma recolha longa de imagens, que pode ser vista até final de junho.
Aqui reproduzo o texto de abertura da exposição:
O título da exposição evoca, e apenas isso, uma conhecida obra de John Berger. Não são as perspetivas ideológicas da Arte que aqui nos motivam. Mas sim, de forma muito explícita, os vários modos como o Panteão tem sido olhado.
A parte central da exposição mostra todas as propostas de remate do monumento que, ao longo dos séculos XIX e XX, foram sendo traçadas. São imagens de um panteão que, verdadeiramente, nunca existiu.
“Panteão Nacional – modos de ver” propõe um percurso marcado por uma deliberada diversidade. Abrange os registos mais antigos do monumento (telas, painéis de azulejos...), as representações do Panteão na publicidade, as perspetivas que gerou em artistas contemporâneos ou os momentos históricos de que foi protagonista. A banda desenhada, a televisão, os discos, aproximam o monumento dos “media” dos nossos dias.
“Panteão Nacional – modos de ver” não é uma monografia sob a forma de imagens. Nem apresenta uma narrativa histórica. É antes um convite à descoberta das diferentes representações que o monumento tem motivado. É também um desafio aos visitantes, que podem, a partir daqui, criar o seu próprio modo de ver o Panteão.
Cinco gessos, pouco vistos pelo público, estarão em exposição durante um mês, no coro baixo do Panteão Nacional.
Será o momento para revisitar estas obras de Anatole Calmels (1822-1906) e de Soares dos Reis (1847-1889), dois nomes de grande destaque na nossa escultura do século XIX.
O primeiro "embate" deu-se, há meses, numa cerimónia na Direção de História e Cultura Militar. Estavam expostas algumas fantásticas imagens de alguém que desconhecia. Fiquei, sem razão, quase envergonhado por nunca ter ouvido falar de José Veloso de Castro (1869-1945). Um militar que foi um extraordinário fotógrafo, agora resgatado ao esquecimento pelo trabalho de investigação de Carlos Pedro Reigadas. Um verdadeiro acontecimento.
Um registo de dezenas de fotografias, que ainda pode ser visto, até final do mês, no Museu Militar de Lisboa.
Podia ser pior...
É uma das minhas manias inofensivas: fotografar as fichas técnicas das exposições e dos museus. Ante o olhar sempre um pouco desconfiado dos meus alunos, explico sempre que é uma das formas de recolher informações: quem faz, quem são os técnicos, quais são as empresas, quem trata disto e daquilo. Ainda na semana passada repeti o gesto. Mais uma vez recolhi dados de interesse.
Fui ontem à inauguração da exposição "COMPLEXO BRASIL". Vou ter de lá voltar, e certamente mais do que uma vez.
Uma exposição complexa, literalmente, e interessante. O que Eliane Brum diz (cf. infra) não é exatamente o que o Expresso diz que disse (v. aqui)... Lá terei de comprar o catálogo... Em todo o caso, este jogo do perdoa-me não faz muito o meu estilo.
De que mais gostei? Desta pintura de Djanira da Silva Rocha, deste Largo do Pelourinho, de 1955 [não encontrei referências a esta pintora; será erro na legenda?].
Não vou jurar que a inauguração foi a 6 de novembro, mas deve ter andado por aí perto. Uma empreitada inesquecível, em terras magrebinas. Depois de Tânger (em setembro), foi a vez de Rabat. Há um vídeo desses dias. Aqui vão três imagens: Cláudio Torres, Maria da Conceição Amaral e eu; a Qasbah des Oudayas, magnífico cenário da exposição; memória da montagem, com um momento de grande risco (eu a fazer trabalhos manuais...).
E está tudo a postos. Inauguração amanhã à tarde. Uma enorme surpresa (para mim) a descoberta da obra de Luísa Correia Pereira.
Em outubro haverá algumas iniciativas de grande impacto. Em novembro haverá novidades. Em dezembro haverá surpresas.
O ano corre bem, felizmente.
Jorge Calado, num recente artigo, no "Expresso", diz que a exposição fotográfica "Venham mais cinco" é a mais importante realizada nas últimas cinco décadas, em Portugal. Fala quem sabe, mas Jorge Calado "esquece" a exposição que ele próprio organizou para o CCB, em 1998, e onde havia uma coleção de centenas de fotografias, com a água em todos os seus estados. Uma seleção assombrosa, que revelava conhecimento profundo do que tinha sido produzido por esse mundo fora. Podia também juntar-se-lhe "Ofertório", a antológica de José Manuel Rodrigues, em 1999, na Culturgest. Três momentos marcantes, sem dúvida.
Socorro-me da informação presente em: https://fasciniodafotografia.com/2018/08/01/jorge-calado-a-prova-de-agua-waterproof-1999-2/ para completar este texto.
A exposição ocupou todo o piso superior do Centro Cultural de Belém entre 27 de fevereiro e 31 de maio de 1998, no âmbito da programação paralela da EXPO'98.
Uma exposição poderosa, em todos os sentidos. "Venham mais cinco", organizada por Sérgio Tréfaut (um magnífico trabalho de recolha e de ordeanemtno de materiais), mostra Portugal na visão dos fotógrafos estrangeiros, nos meses que mudaram um País. Uma autentica parada de estrelas da reportagem. Muitos na altura ainda não o eram, mas tiraram todo o partido de situações únicas. Algumas delas de tom pícaro.
Olhamos as imagens e ouvimos os sons e o rumor da multidão. Sobretudo, sentimos uma esperança que, 50 anos volvidos, de alguma forma se esfumou. Mas aquele País, felizmente, já não volta,
Até dia 24 de agosto, em Almada: https://www.cm-almada.pt/exposicao-venham-mais-cinco
Veja-se esta imagem, plena de ingenuidade, de Jean-Paul Miroglio:
Reviver o passado em múltiplas dimensões:
1. Reencontrar a pintura de Moita Macedo.
2. Rever o espaço do Palácio Anjos recuperado com dignidade.
3. Rever o filme que rodei no início de 1981 (!).
4. Descobrir um desenho de Júlio Pomar, retratando Moita Macedo (!).
4. Reencontrar amigos.
Era isso que se ouvia num velho (1945!) bolero de Rafael Hernández (1891-1965). Foi o que me veio à memória, ao constatar que passaram 10 anos sobre a memorável exposição de uma Feira de Maio. Talvez a melhor de todas.
Pop-art rural. O tempo torna melhor o que já era bom.