Mostrar mensagens com a etiqueta exposições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta exposições. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de abril de 2026

TODD WEBB

Um grande fotógrafo americano em Portugal: Todd Webb (1905-2000). Manifestamente, fascinou-o o ambiente de ebulição política de finais da década de 70 / inícios da década de 80.
A exposição é magnífica. Peço desculpa, mas a minha preferência vai para os jogos geométricos... Como esta imagem de Lagos, em 1980.

quinta-feira, 12 de março de 2026

PANTEÃO NACIONAL - MODOS DE VER

A inauguração foi ontem, ao fim da tarde.

Uma recolha longa de imagens, que pode ser vista até final de junho.

Aqui reproduzo o texto de abertura da exposição:

O título da exposição evoca, e apenas isso, uma conhecida obra de John Berger. Não são as perspetivas ideológicas da Arte que aqui nos motivam. Mas sim, de forma muito explícita, os vários modos como o Panteão tem sido olhado.

A parte central da exposição mostra todas as propostas de remate do monumento que, ao longo dos séculos XIX e XX, foram sendo traçadas. São imagens de um panteão que, verdadeiramente, nunca existiu.

“Panteão Nacional – modos de ver” propõe um percurso marcado por uma deliberada diversidade. Abrange os registos mais antigos do monumento (telas, painéis de azulejos...), as representações do Panteão na publicidade, as perspetivas que gerou em artistas contemporâneos ou os momentos históricos de que foi protagonista. A banda desenhada, a televisão, os discos, aproximam o monumento dos “media” dos nossos dias.

“Panteão Nacional – modos de ver” não é uma monografia sob a forma de imagens. Nem apresenta uma narrativa histórica. É antes um convite à descoberta das diferentes representações que o monumento tem motivado. É também um desafio aos visitantes, que podem, a partir daqui, criar o seu próprio modo de ver o Panteão.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

COMPLEXO BRASIL

A minha primeira "abordagem" foi de desconfiança, muito à conta de um crónica lida algures. Os apriorismos nunca são boa ideia.

A verdade é que COMPLEXO BRASIL é uma das grandes exposições que tenho visto nos últimos anos. Vibrante e interrogativa. Tenho reticências em relação a um outro excerto lido, mas nada que coloque em causa um fantástico conjunto.

Em baixo, trabalhos de Montez Magno e de Anna Mariani.

 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

ANATOLE CALMELS & SOARES DOS REIS

Cinco gessos, pouco vistos pelo público, estarão em exposição durante um mês, no coro baixo do Panteão Nacional.

Será o momento para revisitar estas obras de Anatole Calmels (1822-1906) e de Soares dos Reis (1847-1889), dois nomes de grande destaque na nossa escultura do século XIX.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

JOSÉ VELOSO DE CASTRO

O primeiro "embate" deu-se, há meses, numa cerimónia na Direção de História e Cultura Militar. Estavam expostas algumas fantásticas imagens de alguém que desconhecia. Fiquei, sem razão, quase envergonhado por nunca ter ouvido falar de José Veloso de Castro (1869-1945). Um militar que foi um extraordinário fotógrafo, agora resgatado ao esquecimento pelo trabalho de investigação de Carlos Pedro Reigadas. Um verdadeiro acontecimento.

Um registo de dezenas de fotografias, que ainda pode ser visto, até final do mês, no Museu Militar de Lisboa.
















terça-feira, 18 de novembro de 2025

FICHAS TÉCNICAS

Podia ser pior...

É uma das minhas manias inofensivas: fotografar as fichas técnicas das exposições e dos museus. Ante o olhar sempre um pouco desconfiado dos meus alunos, explico sempre que é uma das formas de recolher informações: quem faz, quem são os técnicos, quais são as empresas, quem trata disto e daquilo. Ainda na semana passada repeti o gesto. Mais uma vez recolhi dados de interesse.


sexta-feira, 14 de novembro de 2025

BRASIL / BRASIS

Fui ontem à inauguração da exposição "COMPLEXO BRASIL". Vou ter de lá voltar, e certamente mais do que uma vez.

Uma exposição complexa, literalmente, e interessante. O que Eliane Brum diz (cf. infra) não é exatamente o que o Expresso diz que disse (v. aqui)... Lá terei de comprar o catálogo... Em todo o caso, este jogo do perdoa-me não faz muito o meu estilo.

De que mais gostei? Desta pintura de Djanira da Silva Rocha, deste Largo do Pelourinho, de 1955 [não encontrei referências a esta pintora; será erro na legenda?].




quinta-feira, 6 de novembro de 2025

RABAT 1999

Não vou jurar que a inauguração foi a 6 de novembro, mas deve ter andado por aí perto. Uma empreitada inesquecível, em terras magrebinas. Depois de Tânger (em setembro), foi a vez de Rabat. Há um vídeo desses dias. Aqui vão três imagens: Cláudio Torres, Maria da Conceição Amaral e eu; a Qasbah des Oudayas, magnífico cenário da exposição; memória da montagem, com um momento de grande risco (eu a fazer trabalhos manuais...).

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

DO CÁLAMO AO DRONE: E TRÊS ANOS SE PASSARAM (27.10.2022)

Faz hoje três anos que este projeto, longa e sofridamente preparado, ficou pronto. Foi visto em mais de uma dezena de sítios. Houve conferências on-line e presenciais. Passei por câmaras, por escolas, por universidades seniores, por bancos, por congressos, participei em cursos de doutoramento. Um projeto que conseguiu, assim o creio, atingir os objetivos. Eis a caminhada:


2022
1 - Évora (27.10 - 4.12)
2 - Lisboa: CGD (27.12 - 13.1.23)

2023
3 - Moura: Escola Secundária (17.1 - 5.2)
4 - Serpa (8.2 - 26.2)
5 - Mértola (1.3 - 19.3)
6 - Elvas (24.3 - 9.4)
7 - Alandroal (11.4 - 30.4)
8 - Campo Maior (1.6 - 20.7)
9 - Monforte (21.7 - 18.8)
10 - Palmela (15.9 - 7.10)
11 - Barrancos (11.10 - 29.10)
12 - Mourão (1.11 - 31.12)

2024
13 - Beja (10.10 - 3.11)


Onde é que a exposição não foi, apesar de todas as diligências?

Arronches
Castelo de Vide
Nisa
Reguengos de Monsaraz












terça-feira, 23 de setembro de 2025

LUÍSA CORREIA PEREIRA

E está tudo a postos. Inauguração amanhã à tarde. Uma enorme surpresa (para mim) a descoberta da obra de Luísa Correia Pereira. 

Em outubro haverá algumas iniciativas de grande impacto. Em novembro haverá novidades. Em dezembro haverá surpresas.

O ano corre bem, felizmente.


domingo, 21 de setembro de 2025

O POVO EM CORUCHE

O Museu Municipal de Coruche tem uma exposição simples, mas está muito bem arrumado.
E tem excelentes textos. Dos melhores que tenho visto, em vários anos.
E tem Fausto Giaccone. Até final do ano.
Passagem rápida, mas obrigatória.



terça-feira, 15 de julho de 2025

SIM, MAS...

Jorge Calado, num recente artigo, no "Expresso", diz que a exposição fotográfica "Venham mais cinco" é a mais importante realizada nas últimas cinco décadas, em Portugal. Fala quem sabe, mas Jorge Calado "esquece" a exposição que ele próprio organizou para o CCB, em 1998, e onde havia uma coleção de centenas de fotografias, com a água em todos os seus estados. Uma seleção assombrosa, que revelava conhecimento profundo do que tinha sido produzido por esse mundo fora. Podia também juntar-se-lhe "Ofertório", a antológica de José Manuel Rodrigues, em 1999, na Culturgest. Três momentos marcantes, sem dúvida.

Socorro-me da informação presente em: https://fasciniodafotografia.com/2018/08/01/jorge-calado-a-prova-de-agua-waterproof-1999-2/ para completar este texto.

A exposição ocupou todo o piso superior do Centro Cultural de Belém entre 27 de fevereiro e 31 de maio de 1998, no âmbito da programação paralela da EXPO'98.


domingo, 6 de julho de 2025

VENHAM MAIS CINCO

Uma exposição poderosa, em todos os sentidos. "Venham mais cinco", organizada por Sérgio Tréfaut (um magnífico trabalho de recolha e de ordeanemtno de materiais), mostra Portugal na visão dos fotógrafos estrangeiros, nos meses que mudaram um País. Uma autentica parada de estrelas da reportagem. Muitos na altura ainda não o eram, mas tiraram todo o partido de situações únicas. Algumas delas de tom pícaro.

Olhamos as imagens e ouvimos os sons e o rumor da multidão. Sobretudo, sentimos uma esperança que, 50 anos volvidos, de alguma forma se esfumou. Mas aquele País, felizmente, já não volta,

Até dia 24 de agosto, em Almada: https://www.cm-almada.pt/exposicao-venham-mais-cinco

Veja-se esta imagem, plena de ingenuidade, de Jean-Paul Miroglio:

sexta-feira, 27 de junho de 2025

FIM DE TARDE OEIRENSE

Reviver o passado em múltiplas dimensões:

1. Reencontrar a pintura de Moita Macedo.

2. Rever o espaço do Palácio Anjos recuperado com dignidade.

3. Rever o filme que rodei no início de 1981 (!).

4. Descobrir um desenho de Júlio Pomar, retratando Moita Macedo (!).

4. Reencontrar amigos.














segunda-feira, 16 de junho de 2025

ARTE TUMULAR

Exposição de fotografia, visitável a partir de quinta-feira, dia 19, na sala de exposições temporárias do Panteão Nacional.

domingo, 11 de maio de 2025

E ASSIM SE PASSARAM DEZ ANOS

Era isso que se ouvia num velho (1945!) bolero de Rafael Hernández (1891-1965). Foi o que me veio à memória, ao constatar que passaram 10 anos sobre a memorável exposição de uma Feira de Maio. Talvez a melhor de todas.

Pop-art rural. O tempo torna melhor o que já era bom.


sábado, 26 de abril de 2025

HOJE, EM CORUCHE

Hoje, em Coruche, temos o Povo numa exposição que recorda dias felizes, em 1975.

Foi daquelas empreitadas - a exposição e o catálogo - que me deixou marcas positivas e recordações gratificantes.

O Povo, do Panteão para o Ribatejo.


quarta-feira, 23 de abril de 2025

CELEBRAR MATTOSO

A inauguração foi ontem. Foi um bom e feliz reencontro com colegas e amigos, antigos alunos de José Mattoso na licenciatura, no mostrado ou no doutoramento. A exposição, entre o pessoal e o académico, é um notável percurso pela vida de uma personalidade marcante. Somo, na minha vida profissional e em diferentes graus, "um par" de felizes cruzamentos: Cláudio Torres, Christophe Picard, Pierre Guichard, José Pós-de-Mina, José Mattoso, António Rosa Mendes, Iria Gonçalves, Paulo Macedo...

A exposição vai estar patente até 17 de junho. Pode ser que o autor do execrável obituário que saiu no "Público" tenha a oportunidade de ir á Torre do Tombo e de perceber que há coisas especiais na vida. Como a aprendizagem com pessoas como José Mattoso.

https://antt.dglab.gov.pt/exposicao-jose-mattoso-fazer-a-historia-repensar-o-arquivo/


terça-feira, 22 de abril de 2025

GUERRA JUNQUEIRO & VASCO DA GAMA - até 27.4

Últimos dias de duas importantes exposições, no Panteão Nacional:

Guerra Junqueiro e o capricho da Arte

Tesouro de Nossa Senhora das Salas

segunda-feira, 14 de abril de 2025

PARADA DE ESTRELAS

Numa das salas da Gare de Alcântara há um registo com personalidades que passaram por Lisboa, a caminho da segurança norte-americana, nos anos de 1940-1941. É uma verdadeira parada de estrelas. Passaram por um país tão parolo e tão tacanho como o próprio Salazar. Nenhum deles quis cá ficar, naturalmente. Ficavam a fazer o quê?

Na parede oposta, há uma fotografia com refugiados empunhando a bandeira americana. Sinais de outros tempos.


Alfred Döblin

Alma Mahler

Antoine de Saint-Exupéry

Gala Dalí

Hannah Arendt

Jean Renoir

Josephine Baker

Joan Miró

Madeleine Lebeau

Man Ray

Marc Chagall

Marcel Dalio

Marcel Duchamp

Patricia Highsmith

René Clair

Salvador Dalí

Saul Steinberg