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sábado, 22 de novembro de 2025

PAVILHÃO DAS CANCELINHAS - 10 ANOS

Este sítio foi, há dias, tema de conversa.

A inauguração, na Amareleja, teve lugar há 10 anos, precisamente. Um dia inesquecível. As centenas de pessoas que encheram o pavilhão deram-me ânimo para continuar com um ritmo de trabalho que era/foi intenso.

Tal como intensa tem sido a utilização do sítio.

Na fotografia, da esquerda para a direita: José Pós-de-Mina (Presidente da Câmara 1997-2013), eu, Manuel Ramalho (Presidente da Junta 2001-2009) e Victor Mestre (autor do projeto).

Uma década volvida tenho a certeza que, ao avançar, tomámos a decisão certa. E continuo com a convicção que o projeto deveria ter prosseguido e sido concluído.

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

VIVA O PAVILHÃO DAS CANCELINHAS!

Fizeram-me chegar esta fantástica fotografia.

O grande Trail Terra do Sol, na Amareleja, reuniu mais de 600 participantes.
A organização foi da SFUMA Sports.
O final foi celebrado no Pavilhão das Cancelinhas.
(informação e fotografia "Jornal Terras do Sol")

Dez anos após a sua conclusão (2015) continua a servir a freguesia.

Que era o micro-ondas;
Que a Junta, na altura (PS/independentes), iria fazer uma coisa muito, muito melhor;
Que aquilo, o pavilhão, era uma porcaria e não servia para nada.

Vê-se que não serve para nada.

Já lá dizia o outro "são verdes, não se podem tragar..."

sábado, 18 de outubro de 2025

UM POLAROIDE NOS BARRANQUINHOS

Foi na passada semana. À entrada dos Barranquinhos, na Amareleja (o nome oficial é Rua Cap. Joaquim Maximiano), uma jovem fez questão de nos fotografar - a Jorge Pós-de-Mina, ao José Maria e a mim - com uma pequena máquina em plástico. Nunca tinha visto um aparelho assim. Algo semelhante às antigas polaróides, mas que funciona com um rolo de papel térmico. O entusiasmo da miúda era evidente. Não pude deixar de pensar "é assim que se começa...".

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

AUTÁRQUICAS 2025: DIA 9 DA CAMPANHA

2.200.000 euros + IVA em música, palcos e foguetes (entre final de 2021 e até à última feira de setembro). Chocalhos e rabolêros como se diz na nossa terra.

Quase tudo em Moura. Ou como diz um amigo, "parece que o concelho de Moura começa no Brenhas e termina na Atalaia Magra..."

Uma política de festa, quando a capacidade para fazer mais e melhor não existe.

É este o caminho?...

domingo, 5 de outubro de 2025

AUTÁRQUICAS 2025: DIA 6 DA CAMPANHA

Arruada na Amareleja. Ação direta junto da população. Uma excelente receção. E o prazer de ouvir uma senhora dizer a outra "este moço é canastro". A parte do moço é que já foi...

sábado, 3 de maio de 2025

MINUTO DE SILÊNCIO

O recente apagão trouxe-me à memória um episódio ocorrido há uns bons 25 anos, numa sessão da Assembleia Municipal. Faltara a luz em todo o sul, e havia uma sessão nessa noite, na Casa do Povo da Amareleja. Cheguei ao local com poucas esperanças de que houvesse sessão. "Como é que isto vai ser?", perguntei-me. A dúvida durou pouco, quando vi um decidido José Maria Pós-de-Mina carregar um caixote com velas. A sessão da Assembleia ia ser à luz da vela! Uma solução pouco habitual, mas assim seria.

Tinha falecido por aqueles dias um conhecido político, pelo que foi proposto um minuto de silêncio no início da sessão começar. Toda a gente se levantou, enquanto eu, como presidente do órgão, controlava o tempo.

Mal me sentei, recebi uma SMS do presidente da câmara, que dizia algo como: "isto foi um bocado caricato; quem entrasse e nos visse de pé, em silêncio, numa sala iluminada por velas, pensaria que estava a decorrer algum tipo de ritual esotérico".

Memórias da vida autárquica...


segunda-feira, 19 de agosto de 2024

TARDE NO MEDITERRÂNEO

Amareleja, 14.8.2024.

A tarde não foi fácil para os grupos de Moura e da Póvoa de São Miguel. Do ponto de vista pessoal, foi uma grande tarde/noite. Da corrida de touros à passagem (demasiado curta) pela Amareleja, vim de lá contente e apaziguado. Razões mais que suficientes para um regresso dentro de dias.

sexta-feira, 3 de maio de 2024

O LUGAR ONDE O CORAÇÃO SE ESCONDE

“O lugar onde o coração se esconde / e a mulher eterna tem a luz na fronte / fica no norte e é vila do conde”. Esta é a parte final do meu poema preferido de Ruy Belo. Todo o poema é uma sentida declaração de amor a um sítio. Lembrei-me dele, emocionadamente, ao ler, a meu respeito, esta frase simples, numa publicação no facebook, “esteve bastante tempo em Moura mas é da Amareleja”.

Fisicamente, não sou da Amareleja. Não nasci lá, nunca lá vivi, não andei lá à escola, não conheço as pequenas histórias do quotidiano, nem os detalhes das vidas e das famílias. Não foi lá o meu primeiro namoro, nem o primeiro cigarro fumado às escondidas, nem foi lá o meu primeiro beijo. A minha realidade quotidiana não foi, não é, a Amareleja. Mas está aqui, no corpo daquele que agora escreve, a genética de um sítio. A memória dos meus bisavós e a dos meus avós. Quando me perguntavam, ou perguntam, “mas a sua família, aqui na aldeia, é de onde?”, respondo, com segurança, “do Alto de Bombel”. É certo que não sou de lá. Mas aquela simples frase do meu amigo António Castelhano “esteve bastante tempo em Moura mas é da Amareleja” vale esse reconhecimento de convicta pertença emocional a um sítio.

Quando, no outro dia, vi o Grupo Coral da Sociedade Recreativa Amarelejense avançar, pela nave do Panteão Nacional, não pude deixar de pensar, sorrindo para dentro, “os meus avós haviam de gostar de ver isto”. Escrevi um dia que a Amareleja é a paixão dos fortes. Roubei a expressão ao título de um filme de John Ford, mas isso é que menos interessa. Escrevi, no início de um texto para um livro intitulado “Amareleja”: “A terra é quente, as pedras escaldam. O calor molda o espírito e ajuda a afeiçoar o vinho. É assim o verão na Amareleja. Quando chegar o outono, o calor será um pouco menos. Haverá vindimas e depois virá o frio e depois haverá vinho novo. Por agora, o céu é quase sempre azul. Entre o céu e a terra se fez a Amareleja. Entre o céu e a terra se faz o vinho da Amareleja”. Sete anos se passaram. Escreveria, de novo, as mesmas palavras. E, talvez, outras mais, agora que o tempo passou e a passagem do tempo me tornou (ainda) mais livre.

Somei, ao longo da minha vida autárquica, vitórias e derrotas, momentos doces e amargos. E ganhei pequenas condecorações. Um dia, num 15 de agosto tenso, na Amareleja, um senhor mais velho, com quem continuo a manter relação de amizade, parou para me cumprimentar e para me dizer “vê-se mesmo que o senhor gosta de estar com o povo”. Agradeci polidamente, enquanto pensei “acabo de ganhar um pouco de paz e de ficar feliz”.

Fisicamente, não sou da Amareleja. Por todas as razões que escrevi mais acima, e por outras mais que poderia acrescentar. Mas a Amareleja é um dos sítios onde o meu coração se esconde. Portanto, sou de lá, sim senhor. Senti isso, com toda a tranquilidade do mundo, enquanto vi o Grupo do Terreiro descer a Rua de São Pedro, em Alfama. Voltei ao Panteão, a passo lento, pensando “acabo de ganhar um pouco de paz e de ficar feliz”.

Crónica em "A Planície"




sexta-feira, 29 de março de 2024

MARCEJANDO

"Está marcejando", dizia a minha avó Joaquina do Ó Ferreira (1909-1975), quando o tempo estava assim, de chuva e sol alternado. Era a sua tradução de um conhecido ditado popular. Imagino, mas não mais que isso, que poderá ser um localismo da Amareleja. Será? Em todo o caso, o verbo marcejar existe, com este preciso sentido, na língua catalã.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

A FORÇA DAS VOZES

Grupos corais na Amareleja: um local, o do S.R.A., popularmente conhecido como do Terreiro; o outro de Aldeia Nova.

Estão na calha para uma iniciativa no Panteão Nacional...

sábado, 9 de dezembro de 2023

NATAL AMARELEJENSE

À porta da igreja da Amareleja está um pequeno e original presépio. Com pneus coloridos (!) se celebra a quadra. Quando vemos milhares e milhares de euros atirados à rua sem critério, aqui temos um bom exemplo de sinal contrário.

Interessante, criativo e salutar.


sexta-feira, 18 de agosto de 2023

SIMETRIA

A minha "empatia" com o cinema de Stanley Kubrick tinha a ver com a precisão geométrica das imagens. Kubrick trabalhava os enquadramentos, e a perspetiva, até que o rigor atingido o satisfizesse. Há, no youtube, por exemplo, várias demonstrações dessa bem conhecida característica do cineasta.

Não sendo fotógrafo, nem cineasta, mas precisando de usar a fotografia por razões profissionais, tive de adotar procedimentos canónicos para não entregar imagens com erros nos relatórios de escavações, nos livros, nos artigos etc. Claro está que, por mais que me tente dispciplinar - "atenção à linha do horizonte", "olha que a imagem zenital e sem diagonais é melhor", "atenção à sombra para dar expressão às estrturas", "não fotografes ao meio-dia que ficas com um chapão de luz", "usa rolos 100 ASA" - falho imenso. O resultado das fotografias nunca é excecional. As da escavação são mais aceitáveis, mas aí o registo é essencialmente técnico.

Lembrei-me disto ao rever - e ao apagar - ficheiros no computador. Esta tentativa de simetria data do inverno ou da primavera de 2016. É um contrapicado do Pavilhão das Cancelinhas, na Amareleja. Vale o que vale. Ou seja, não vale grande coisa...




quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

TENHO BARCOS, TENHO REMOS


A paixão por esta moda é antiga. Em 1983 ou 1984 comprei um "
single", em segunda mão, numa loja da Rua da Prata que se dedicava a esse tipo de vendas. Era uma gravação do Grupo Coral da Casa do Povo de Serpa.

Ouvi-a, fora disso, muito poucas vezes. E sempre na Feira do Vinho da Amareleja. Em 10 de dezembro de 2011 cantada pelo Grupo Coral da Recreativa. Cinco anos volvidos (10.12.2016, precisamente), num momento especialmente emotivo, o Rancho de Cantadores de Aldeia Nova de São Bento teve a extraordinária simpatia de me dedicar a moda, interpretando-a de seguida de forma absolutamente magnífica. Depois fui-me um bocadinho abaixo, mas ainda bem que ninguém reparou.


Tenho barcos, tenho remos

Quem embarca, quem embarca?
Quem vem p'ró mar, quem vem?
Quem embarca, quem embarc'olé, minin'ólé?
Quem vem p'ró mar, quem vem?

Quem embarca nos teus olhos,
que linda maré que tem.
Quem embarca nos teus ólé, menin'ólé,
que linda maré que tem!

Tenho barcos, tenho remos,
tenho navios no mar!
Tenh'um amor tão catit'ólé, menin'ólé,
não mo dexõ namorar.

Não mo dexõ namorar,
Não mo dexõ compar'cer!
Se eu com ele não casar, olé, menin'ólé
com outro não há-de ser!

terça-feira, 22 de novembro de 2022

PAVILHÃO DAS CANCELINHAS: SETE ANOS

Sete anos se passaram e o pavilhão continua a ser utilizado...

Um caminho longo e difícil. Alguns nos quiseram fazer desistir. Que havia alternativas. Que era possível arranjar uma solução melhor. Quer era possível isto e aquilo.

O Pavilhão das Cancelinhas foi inaugurado no dia 22 de novembro de 2015. Teve um financiamento de 85% de fundos comunitários. Custou ao Município cerca de 100.000 euros.

As alternativas ainda estão por surgir. Tal como as tais soluções que eram melhores.

Se voltaria a promover aquele pavilhão? Sim.

domingo, 2 de outubro de 2022

SIMETRIA AMARELEJENSE

Não tenho a data exata da fotografia, mas é seguramente da primavera ou do início do verão de 2016. Foi feita para um evento cultural, organizado pela Junta de Freguesia, e ao qual concorri.

Passa por aqui um certo ar de Metrópolis. Cinefilias incuráveis, é o que é.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

PELA AMARELEJA

Agora que as sombras da pandemia se vão afastando, há regressos que (nos) fazem falta. Estes dias fizeram parte desse regresso. Entre um jantar com amigos da CDU, a corrida de touros e o reencontro com muita gente amiga se fizeram as noites desta Santa Maria. Pelo meio, a amizade do Alfredo Guerra fez-me sentir, de novo, em casa.

A corrida foi de lotação esgotada e teve uma mais que assinalável qualidade.

Não deu para tudo, porque o tempo dos expatriados nunca dá para tudo. Uma nota (pessoal): nunca pensei que o Panteão Nacional despertasse tanta curiosidade...


domingo, 29 de maio de 2022

ALGURES NA AMARELEJA

Um lustro se passou.

A fotografia foi feita numa segunda-feira (29.5.2017), quando estava a arrancar a décima (!) e última câmara aberta do meu mandato. Um balanço importante sobre as obras feitas na Amareleja (http://avenidadasaluquia34.blogspot.com/2017/05/camara-aberta-n-10-dia-1.html). Subi à torre do relógio com os moços do gabinete de informação. Deu selfie.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

A CÂMARA DE MOURA CONTRA O PATRIMÓNIO DA AMARELEJA

O que se passou hoje, na Amareleja, é uma coisa inqualificável e uma perfeita selvajaria. A Câmara de Moura fez exatamente o contrário do que deveria ter feito.

Conheço muito bem este dossiê. Participei nas reuniões com a Direção-Geral do Património do Estado, contactando em 2008 o diretor-geral (Carlos Durães da Conceição) e com o subdiretor (José António Barreiros). Deixámos claro que a disposição era de pagar 60.000 euros e não os 120.000 que o Estado pedia. E assim se resolveu.

O edifício degradou-se, é certo. Depois de 2009, a Junta de Freguesia não desenvolveu nenhum projeto para o local. Uma proposta que fiz, em 2014, no sentido de se adaptar o local a picadeiro municipal, foi rejeitada de forma liminar. Nunca consegui, infelizmente, sensibilizar a entidade proprietária para a necessidade de se concertar uma solução concreta. A fachada foi piorando de condição e ficou instável.

Ora bem, o que me diz uma experiência profissional de quase 40 anos?

1. Que é necessário elaborar projetos concretos antes de demolir;

2. Derrubar sem prever o que se vai seguir é uma inconsciência e uma agressão à memória da população;

3. É imprescindível recuperar o desenho da fachada e refazer-lo no âmbito de uma adequada requalificação, com obras postas ao serviço da população.

Há ideias para o que se vai seguir?

Há algum projeto?

Ou vai ficar um buraco com uma vedação?

A Amareleja merece mais respeito por parte da Câmara de Moura. É que destruir é fácil, construir dá mais trabalho.


quarta-feira, 18 de agosto de 2021

AMARELEJA - A LISTA

Divulgando e dando voz à lista da CDU à freguesia de Amareleja. A diferença de quem dá a cara.

Para um futuro diferente, no dia 26 de setembro.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

TIAGO BATISTA À AMARELEJA

As listas vão-se compondo, sob o signo da qualidade. Depois de André Linhas Roxas à Câmara, agora é Tiago Batista à Junta de Amareleja. Um jovem técnico com um marcado orgulho na sua terra. Em 2016 fomos os dois concorrentes ao mesmo prémio. Ganhou ele, justamente. Este ano também irá ganhar, mas noutro "jogo". É essa a minha convicção.